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	<title>INAFF</title>
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	<description>Instituto Nacional de Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia</description>
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		<title>Ministério da Saúde oferta novos medicamentos oncológicos no SUS</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/ministerio-da-saude-oferta-novos-medicamentos-oncologicos-no-sus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Oct 2026 13:55:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[#ONCOLOGIA]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: Magnific]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Primeira etapa contempla nove medicamentos para 13 indicações terapêuticas, com previsão de beneficiar mais de 116 mil pacientes</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta semana, o Ministério da Saúde anunciou o início da oferta de nove medicamentos oncológicos de alta tecnologia, com o intuito de ampliar o tratamento do câncer no Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo a pasta, a iniciativa contempla 13 indicações terapêuticas e deve beneficiar mais de 116 mil pacientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste primeiro momento, a disponibilização será realizada em 20 centros de tratamento distribuídos nas cinco regiões do Brasil. O Ceará está entre os estados contemplados. A previsão do governo é ampliar a oferta para os demais centros do país até dezembro deste ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o Ministério da Saúde, os tratamentos podem ampliar a sobrevida e melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Em algumas indicações, também são utilizados após a cirurgia para reduzir o risco de retorno da doença. A iniciativa integra a estratégia da pasta para ampliar o acesso ao tratamento oncológico no SUS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até o fim deste ano, a previsão é disponibilizar 23 novos medicamentos contra o câncer, com impacto financeiro estimado em R$4 bilhões por ano para o conjunto dos tratamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Estudo internacional testa tratamento injetável para HIV com aplicações a cada quatro meses</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/estudo-internacional-testa-tratamento-injetavel-para-hiv-com-aplicacoes-a-cada-quatro-meses/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 19:30:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#CUATRO]]></category>
		<category><![CDATA[#HIV]]></category>
		<category><![CDATA[#pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[#saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: Magnific]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O objetivo é reduzir a frequência das doses, considerando que, para algumas pessoas que vivem com HIV, manter uma rotina diária de medicamentos pode ser um desafio</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma pesquisa internacional intitulada CUATRO, com participação de voluntários brasileiros, investiga uma nova possibilidade de tratamento para pessoas que vivem com o vírus da imunodeficiência humana (HIV). O estudo avalia uma combinação dos antirretrovirais injetáveis cabotegravir e rilpivirina, com formulações de ação ultralonga que poderão ser administradas a cada quatro meses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na fase 3, a pesquisa vai avaliar a eficácia e a segurança do tratamento em um grupo maior de participantes, produzindo evidências que poderão subsidiar uma futura avaliação dos órgãos reguladores. Serão incluídos aproximadamente 564 voluntários de diferentes países, com acompanhamento previsto até 2029.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, um dos centros envolvidos é o Centro de Referência e Treinamento em DST/Aids de São Paulo. Ao todo, o país conta com 65 participantes incluídos no estudo e outros cinco em processo de triagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo é reduzir a frequência das doses, considerando que, para algumas pessoas que vivem com HIV, manter uma rotina diária de medicamentos pode ser um desafio, inclusive devido ao estigma associado à doença. O tratamento injetável de longa duração também poderá representar uma alternativa para determinados pacientes com dificuldades no tratamento oral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa CUATRO não representa a cura do HIV, mas busca avaliar uma nova forma de manter o vírus sob controle com aplicações menos frequentes. Isso também não significa que o esquema de quatro meses já esteja disponível para uso rotineiro no Brasil, uma vez que sua eficácia e segurança ainda estão sendo investigadas.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Ministério da Saúde aprova metodologia para mapear centros de pesquisa clínica no Brasil</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/ministerio-da-saude-aprova-metodologia-para-mapear-centros-de-pesquisa-clinica-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 18:37:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: Magnific]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Iniciativa reunirá informações sobre a estrutura e a atuação das unidades públicas e privadas para orientar políticas públicas e fortalecer o desenvolvimento de tecnologias para o SUS</p>



<p class="wp-block-paragraph">No início de outubro, o Ministério da Saúde aprovou a metodologia que vai orientar o mapeamento dos centros de pesquisa clínica públicos e privados do Brasil. O objetivo é reunir informações sobre a atuação, a abrangência territorial, a infraestrutura e o funcionamento dessas unidades. O resultado servirá de base para o planejamento de políticas públicas e a avaliação da capacidade local de desenvolver medicamentos, vacinas e tratamentos que atendam às demandas do Sistema Único de Saúde (SUS).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O trabalho será coordenado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde (SCTIE) do Ministério da Saúde e executado pela Faculdade de Medicina de Botucatu da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (FMB/Unesp), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A aplicação nacional do mapeamento está prevista para ocorrer até o fim deste ano, com a publicação de um edital de chamamento público para coletar informações dos centros de pesquisa clínica de todo o país. A partir desse levantamento, o Ministério da Saúde implementará o Cadastro Nacional de Centros de Pesquisa Clínica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa integra o Programa Nacional de Pesquisa Clínica (PPClin), que busca incentivar estudos voltados à saúde pública e promover um ambiente de pesquisa mais integrado e transparente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Ministério da Saúde, o cadastro contribuirá para fortalecer o Complexo Econômico-Industrial da Saúde e trará benefícios para o setor produtivo, ao facilitar a identificação de parceiros estratégicos, a formação de redes colaborativas e a integração entre os centros de pesquisa e a indústria.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Anvisa aprova pesquisa da primeira vacina brasileira contra a malária</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/anvisa-aprova-pesquisa-da-primeira-vacina-brasileira-contra-a-malaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 16:35:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: Magnific]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Vivaxin entra na fase 1 de estudos clínicos em humanos para avaliar a segurança e a resposta imunológica do imunizante</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na última semana, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou o início da pesquisa clínica de uma vacina contra a malária desenvolvida no Brasil. O estudo com a vacina Vivaxin (proteína PvCSP-All) será duplo-cego, controlado por placebo, com o objetivo de avaliar a segurança e a imunogenicidade do imunizante. A autorização foi publicada no Diário Oficial da União.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Vivaxin está sendo desenvolvida pelo Centro de Tecnologia de Vacinas (CTVacinas), da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), com apoio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e do Ministério da Saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A vacina é composta por uma proteína quimérica recombinante chamada PvCSP-All epitopes. O imunizante contém a substância ativa na forma liofilizada, que será reconstituída com o adjuvante CTVad3 no momento do uso, para aplicação intramuscular.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta primeira fase do estudo, o objetivo é definir o perfil de segurança do imunizante. Após a administração intramuscular da Vivaxin, serão avaliadas possíveis reações nos primeiros 14 e 28 dias e durante todo o período do estudo. Caso os resultados sejam positivos, a vacina poderá avançar para as fases 2 e 3 de estudos clínicos, etapas necessárias antes de uma eventual solicitação de registro à Anvisa e a outras agências reguladoras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A unidade responsável por recrutar e convocar os voluntários é o Centro de Pesquisas Clínicas (CPC) do Hospital das Clínicas (HC) da UFMG. Está prevista a participação de 48 voluntários saudáveis, com idades entre 18 e 59 anos e sem histórico de infecção por malária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre a malária</p>



<p class="wp-block-paragraph">A malária é uma doença infecciosa, febril e potencialmente grave, causada por protozoários do gênero Plasmodium, transmitidos principalmente pela picada de fêmeas infectadas do mosquito Anopheles, conhecido como mosquito-prego. A doença não é transmitida pelo contato direto entre pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), foram estimados 9,9 milhões de casos de malária causados pelo parasita Plasmodium vivax no mundo em 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Ministério da Saúde, no Brasil foram registrados 118.037 casos de malária contraídos no território nacional em 2025.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Ministério da Saude e Ministério da Educação debatem diretrizes curriculares para residências em Farmácia durante o III FIFAR</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/ministerio-da-saude-e-ministerio-da-educacao-debatem-diretrizes-curriculares-para-residencias-em-farmacia-durante-o-iii-fifar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 19:58:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: Vitória Calmon]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Encontro integra a construção das matrizes de competências em Farmácia Clínica e Hospitalar, com participação de especialistas e fundamentação na literatura científica</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o III Fórum Internacional de Farmácia Clínica e Hospitalar (FIFAR), realizado em Salvador na última semana, uma reunião técnica reuniu representantes de instituições e entidades da área para avançar na elaboração das Matrizes de Competências para os Programas de Residência em Farmácia Clínica e Farmácia Hospitalar. Participaram professores e coordenadores de programas de residências, residentes e egressos. A iniciativa busca qualificar a formação e estabelecer uma base curricular mínima comum para os programas de residência dessas áreas em todo o país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O processo é conduzido pelo Ministério da Saúde (MS) e pelo Ministério da Educação (MEC), em articulação com entidades representativas da categoria. Participam a Sociedade Brasileira de Farmácia Hospitalar e Serviços de Saúde (SBRAFH), o Instituto Nacional de Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia (INAFF), a Sociedade Brasileira de Farmácia Clínica (SBFC), o Instituto para Práticas Seguras no Uso de Medicamentos (ISMP Brasil) e o Conselho Federal de Farmácia (CFF).</p>



<p class="wp-block-paragraph">As matrizes estabelecem as competências mínimas que deverão ser desenvolvidas pelos residentes ao longo da formação. Após a conclusão e a aprovação oficial do documento, os programas deverão adequar seus processos formativos para contemplar essas competências, garantindo uma base comum aos profissionais formados nas diferentes regiões do Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa padronização respeita as diversidades regionais e permite que os programas incorporem competências adicionais, de acordo com as necessidades dos serviços e das populações atendidas. Dessa forma, o padrão nacional estabelece uma referência mínima para a formação, preservando a possibilidade de adaptação às realidades locais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para assegurar o rigor técnico e a transparência, a metodologia adotada baseia-se em uma adaptação da técnica Delphi, utilizada para alcançar consenso entre especialistas. O objetivo é fundamentar a construção das referências mais atuais da literatura científica e garantir um processo amplamente democrático, integrando especialistas e pesquisadores da área na elaboração e na validação das propostas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Farmácia está entre as áreas pioneiras nesse movimento de construção das matrizes, que também contempla outras especialidades da formação em saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após a finalização das etapas de elaboração e validação participativa, o produto técnico será submetido à apreciação e à aprovação oficial da Comissão Nacional de Residência Multiprofissional em Saúde (CNRMS).</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>INAFF participa da solenidade de abertura do VIII ABFC Congress em Salvador</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/inaff-participa-da-solenidade-de-abertura-do-viii-abfc-congress-em-salvador/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 18:18:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: Juliana Machado]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Solenidade de abertura é marcada pela presença de representantes da Universidade, Governo Federal e Estadual, Conselhos de Saúde e demais autoridades</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A presidente do INAFF, Juliana Machado, participou, na última terça-feira (13), da solenidade de abertura do VIII ABFC Congress, em Salvador, realizado pela Associação Brasileira de Ciências Farmacêuticas. Também estiveram presentes na solenidade, o Prof. Lindemberg Assunção, fundador do INAFF e presidente da Sociedade Brasileira de Farmácia Hospitalar e Serviços de Saúde (SBRAFH), e Prof. Pablo Moura, Diretor Financeiro da SBRAFH.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Considerado um dos maiores congressos de ciências farmacêuticas do Brasil, o evento tem como tema central “Innovations and Challenges in Pharmaceutical Sciences: Technological Advances, New Therapies, and Policies for Sustainable Health” — em português, “Inovações e desafios nas ciências farmacêuticas: avanços tecnológicos, novas terapias e políticas para uma saúde sustentável”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O INAFF também participa do congresso com um stande dedicado à divulgação do Jornal de Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia, ampliando a visibilidade da publicação e fortalecendo o diálogo com profissionais e pesquisadores da área. O evento acontece entre os dias 13 a 16 de Outubro, no Gran Hotel Stella Maris.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Anvisa aprova nova indicação de tratamento para lúpus</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/anvisa-aprova-nova-indicacao-de-tratamento-para-lupus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 19:55:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: Magnific]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Obinutuzumabe passa a ser indicado para adultos com lúpus eritematoso sistêmico ativo moderado a grave, positivos para autoanticorpos e em uso de tratamento padrão</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, nesta terça-feira (13), uma nova indicação terapêutica para obinutuzumabe. O medicamento passa a ser indicado para o tratamento de pacientes adultos com lúpus eritematoso sistêmico (LES) ativo moderado a grave, positivos para autoanticorpos e em uso de tratamento padrão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O obinutuzumabe é um anticorpo monoclonal humanizado anti-CD20 do tipo II. Sua ação promove a eliminação prolongada de linfócitos B, células do sistema imunológico que desempenham papel importante na fisiopatologia do lúpus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O lúpus eritematoso sistêmico é uma doença autoimune, crônica e potencialmente grave. Na doença, o sistema imunológico passa a produzir autoanticorpos que podem provocar processos inflamatórios e atingir diferentes órgãos e sistemas. Entre as áreas que podem ser afetadas estão pele, articulações, rins, sistema sanguíneo e sistema nervoso central.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além dos impactos clínicos, o LES pode comprometer significativamente a qualidade de vida e, ao longo do tempo, causar danos cumulativos aos órgãos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Anvisa, os benefícios demonstrados para a nova indicação do medicamento incluem redução da atividade da doença, menor ocorrência de exacerbações e redução sustentada da exposição a corticosteroides. Esse último aspecto é especialmente relevante porque o uso prolongado desses medicamentos pode estar associado a efeitos adversos importantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ampliação das opções terapêuticas representa um avanço importante para pacientes que permanecem com a doença ativa mesmo com os tratamentos disponíveis. Entretanto, a aprovação de uma indicação pela Anvisa não significa sua disponibilização automática no Sistema Único de Saúde (SUS).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para que uma tecnologia seja ofertada pelo SUS, é necessário um processo específico de avaliação para incorporação, que considera evidências de eficácia, segurança e efetividade, além de aspectos econômicos e de impacto para o sistema de saúde. A Conitec participa desse processo assessorando o Ministério da Saúde na decisão sobre a incorporação.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Está aberta a Consulta Pública nº 99/2026, que avalia a incorporação ao SUS do PCR multiplex rápido para pacientes internados em UTI com sepse e/ou infecção da corrente sanguínea e hemocultura positiva.</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/esta-aberta-a-consulta-publica-no-99-2026-que-avalia-a-incorporacao-ao-sus-do-pcr-multiplex-rapido-para-pacientes-internados-em-uti-com-sepse-e-ou-infeccao-da-corrente-sanguinea-e-hemocultura-positiv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2026 11:20:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: Magnific]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Camizestranto é indicado para adultos com câncer de mama localmente avançado ou metastático e mutação no gene ESR1</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro do camizestranto, novo medicamento para o tratamento de pacientes adultos com câncer de mama localmente avançado ou metastático. A indicação contempla tumores com receptor hormonal positivo (RH+) e HER2 negativo, em combinação com um inibidor de CDK4/6.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que é a sepse?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A sepse é uma condição grave provocada por uma resposta desregulada do organismo a uma infecção, que pode comprometer órgãos e evoluir rapidamente. Por isso, a identificação do microrganismo envolvido e o tratamento adequado são pontos importantes no cuidado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, a hemocultura é o principal exame utilizado para identificar microrganismos na corrente sanguínea. Segundo o Relatório para Sociedade da Conitec, os métodos convencionais podem levar de 48 a 72 horas para fornecer resultados de identificação e apoiar o direcionamento do tratamento.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O que está sendo avaliado?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O PCR multiplex rápido é um teste molecular capaz de identificar simultaneamente diferentes bactérias Gram-positivas, Gram-negativas, leveduras e genes relacionados à resistência a antimicrobianos. O resultado pode ficar disponível em pouco mais de uma hora, permitindo à equipe obter informações mais rapidamente para apoiar o direcionamento do tratamento. O teste é complementar e não substitui as culturas convencionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em comparação aos métodos convencionais de cultura, o <strong>PCR multiplex rápido tem como principal vantagem a redução do tempo para identificação do agente infeccioso e de genes associados à resistência aos antimicrobianos</strong>. Enquanto os métodos convencionais podem levar de <strong>48 a 72 horas</strong> para fornecer resultados, o PCR multiplex pode identificar simultaneamente diferentes bactérias Gram-positivas, Gram-negativas, leveduras e genes de resistência <strong>em pouco mais de uma hora</strong>. Nos estudos avaliados pela Conitec, o teste apresentou sensibilidade acima de 90% e especificidade superior a 97%. Uma metanálise avaliou o desfecho de mortalidade, demonstrando que o <strong>PCR multiplex rápido esteve associado a uma redução relativa de 38% no risco de mortalidade (RR = 0,62; IC95%: 0,42–0,93)</strong> em comparação ao uso isolado da cultura convencional. Com informações disponíveis mais rapidamente, a equipe de saúde pode direcionar o tratamento de forma mais ágil para o microrganismo identificado.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Sua experiência e conhecimento podem contribuir</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Profissionais de saúde, gestores, pesquisadores, pacientes, familiares e demais interessados podem apresentar experiências, opiniões e evidências relacionadas à tecnologia e ao cuidado da sepse no SUS. As contribuições recebidas são analisadas antes da decisão final e podem acrescentar novos elementos à avaliação da recomendação inicial.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Prazo: até 19 de outubro de 2026. Participe da Consulta Pública nº 99/2026:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://brasilparticipativo.presidencia.gov.br/processes/consultas-publicas-conitec">https://brasilparticipativo.presidencia.gov.br/processes/consultas-publicas-conitec</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Anvisa aprova novo medicamento para tratamento do câncer de mama</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/anvisa-aprova-novo-medicamento-para-tratamento-do-cancer-de-mama/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Sep 2026 19:26:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#câncerdemama]]></category>
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		<category><![CDATA[#saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.inaff.org.br/?p=6182</guid>

					<description><![CDATA[Foto: Magnific]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Camizestranto é indicado para adultos com câncer de mama localmente avançado ou metastático e mutação no gene ESR1</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro do camizestranto, novo medicamento para o tratamento de pacientes adultos com câncer de mama localmente avançado ou metastático. A indicação contempla tumores com receptor hormonal positivo (RH+) e HER2 negativo, em combinação com um inibidor de CDK4/6.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O tratamento é destinado a pacientes nos quais tenha sido detectado o surgimento da mutação ESR1 durante a terapia de primeira linha com tratamento endócrino combinado a um inibidor de CDK4/6 por pelo menos seis meses e que ainda não apresentem sinais de progressão radiológica ou clínica da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos diferenciais da nova estratégia é justamente a possibilidade de mudança do tratamento após a identificação da mutação ESR1 e antes da progressão clínica ou radiológica do câncer. Nesse contexto, o camizestranto substitui o inibidor de aromatase, enquanto o tratamento com o inibidor de CDK4/6 é mantido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O gene ESR1 é responsável pela produção do receptor de estrogênio. Algumas mutações nesse gene podem manter o receptor ativo mesmo com baixos níveis de estrogênio, favorecendo o crescimento tumoral e contribuindo para o desenvolvimento de resistência à terapia endócrina, especialmente aos inibidores de aromatase.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O camizestranto é um degradador seletivo do receptor de estrogênio (SERD) de nova geração e atua como antagonista desse receptor. Seu mecanismo de ação envolve bloquear e promover a degradação dos receptores de estrogênio presentes nas células tumorais, contribuindo para reduzir o crescimento dos tumores dependentes desse hormônio, inclusive na presença da mutação ESR1.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A aprovação amplia as possibilidades de tratamento direcionado para um grupo específico de pacientes com câncer de mama. Segundo a estimativa mais recente do Instituto Nacional de Câncer (INCA), são esperados 78.610 novos casos de câncer de mama feminina por ano no Brasil entre 2026 e 2028.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar do registro concedido pela Anvisa, isso não significa que o medicamento esteja imediatamente disponível no mercado ou no Sistema Único de Saúde (SUS). A comercialização depende da definição do preço máximo pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) e da decisão da empresa detentora do registro. Para eventual disponibilização no SUS, o medicamento deverá passar pelo processo de avaliação conduzido pela Conitec.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Anvisa atualiza orientações sobre uso seguro de fitoterápicos e plantas medicinais</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/anvisa-atualiza-orientacoes-sobre-uso-seguro-de-fitoterapicos-e-plantas-medicinais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 19:09:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[#medicamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: Magnific]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cartilha e folder acompanham o novo marco regulatório dos fitoterápicos industrializados e reforçam cuidados para o uso adequado desses produtos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) atualizou dois materiais educativos sobre plantas medicinais e fitoterápicos: uma cartilha com orientações detalhadas e um folder voltado à consulta rápida. O objetivo é ampliar o acesso da população a informações sobre identificação, preparo e uso adequado desses produtos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os materiais explicam as diferenças entre plantas medicinais, medicamentos fitoterápicos e outras categorias de produtos de origem natural, como suplementos, vitaminas e medicamentos homeopáticos. Também orientam sobre como identificar produtos regularizados e alertam para os riscos de produtos irregulares, que podem conter substâncias tóxicas ou apresentar problemas de qualidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Atualização acompanha novo marco regulatório</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A revisão dos materiais ocorre após a publicação, em dezembro de 2025, do novo marco regulatório dos medicamentos fitoterápicos no Brasil, com destaque para a RDC nº 1.004/2025. A norma atualizou e simplificou os processos de registro e notificação desses medicamentos, buscando dar mais previsibilidade à regularização e ampliar as possibilidades de desenvolvimento de produtos a partir da biodiversidade brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em fevereiro de 2026, a Anvisa também publicou novos documentos técnicos para o registro simplificado de fitoterápicos, incluindo monografias e relatórios de avaliação com informações padronizadas sobre determinados insumos ativos vegetais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Uso de plantas medicinais ainda exige cuidado</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O fato de um produto ter origem natural não significa que ele seja automaticamente seguro. Plantas medicinais e fitoterápicos podem apresentar contraindicações, provocar efeitos adversos e interagir com outros medicamentos. A identificação incorreta da planta, o uso de partes inadequadas, erros no preparo e a aquisição de produtos irregulares também podem aumentar os riscos. Por isso, é importante seguir as orientações de uso e informar aos profissionais de saúde sobre todos os medicamentos, fitoterápicos, suplementos e plantas medicinais utilizados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O uso no Brasil</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um estudo publicado em 2023 na Revista Fitos, com base em dados da Pesquisa Nacional de Saúde de 2019, identificou prevalência de 2,6% no uso de plantas medicinais e fitoterapia nos 12 meses anteriores à pesquisa.O uso foi mais frequente na região Norte, entre mulheres, pessoas com 60 anos ou mais e indivíduos com doenças crônicas. Os dados reforçam a importância de ampliar a oferta de informação confiável sobre essas práticas, especialmente diante da presença de plantas medicinais e fitoterápicos no cotidiano de parte da população brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Informação também é parte do uso seguro</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O uso racional não depende apenas da disponibilidade de um produto. Também exige que o paciente saiba o que está utilizando, para qual finalidade, em qual dose e por quanto tempo, além de conhecer possíveis riscos e interações. Natural não é sinônimo de inofensivo. Informação, regularização e orientação profissional são fundamentais para transformar o acesso em cuidado seguro. A cartilha e o folder atualizados estão disponíveis no portal da Anvisa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acesse o material através deste link: <a href="https://drive.google.com/drive/u/0/folders/163gjC02AGFwW_3OxF29uDQTEyeQnjJoq">https://drive.google.com/drive/u/0/folders/163gjC02AGFwW_3OxF29uDQTEyeQnjJoq</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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