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	<title>INAFF</title>
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	<description>Instituto Nacional de Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia</description>
	<lastBuildDate>Tue, 08 Sep 2026 17:06:08 +0000</lastBuildDate>
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	<title>INAFF</title>
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		<title>Dia Nacional de Luta por Medicamentos</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/dia-nacional-de-luta-por-medicamentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 17:06:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#acessoamedicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[#AF-ONCO]]></category>
		<category><![CDATA[#AssistênciaFarmacêutica]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: Magnific]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Hoje, 8 de setembro, é o <strong>Dia Nacional de Luta por Medicamentos</strong>. A data reconhece a mobilização de pacientes, associações e organizações da sociedade civil em defesa do acesso aos tratamentos e chama a atenção para as dificuldades que ainda precisam ser superadas para garantir esse direito no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O acesso ao tratamento adequado é parte fundamental do direito à saúde. A Constituição Federal de 1988 estabeleceu a saúde como direito de todos e dever do Estado, criando as bases para a organização do Sistema Único de Saúde (SUS). Posteriormente, a Lei nº 8.080/1990 incluiu expressamente a assistência terapêutica integral, inclusive farmacêutica, entre as atribuições do sistema.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Como ocorre o acesso a medicamentos no Brasil?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">No SUS, a oferta gratuita de medicamentos é orientada pela Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename), pelos protocolos clínicos e pelas relações complementares de estados e municípios, observados os critérios de acesso e as responsabilidades de cada esfera de gestão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Assistência Farmacêutica está organizada em diferentes componentes. O <strong>Componente Básico</strong> contempla medicamentos utilizados na Atenção Primária à Saúde, incluindo tratamentos para condições como diabetes e hipertensão. O <strong>Componente Estratégico</strong> reúne medicamentos e insumos destinados à prevenção e ao tratamento de doenças e agravos de interesse para a saúde pública, como HIV e tuberculose.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o <strong>Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (CEAF)</strong> busca garantir a integralidade do tratamento medicamentoso nas condições contempladas pelos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) do Ministério da Saúde. O acesso depende do atendimento aos critérios estabelecidos nesses documentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A essa estrutura soma-se o <strong>Componente da Assistência Farmacêutica em Oncologia (AF-Onco)</strong>, instituído pela Portaria GM/MS nº 8.477, de 20 de outubro de 2025. A norma organiza o acesso aos medicamentos utilizados no tratamento do câncer no SUS e estabelece parâmetros e responsabilidades para seu financiamento, aquisição, distribuição e dispensação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar dos avanços, ainda existem barreiras que dificultam o acesso aos tratamentos. Diante de problemas no fornecimento, os pacientes podem buscar orientação nos serviços de saúde e, quando necessário, assistência jurídica para avaliar as medidas cabíveis. O fornecimento pela via judicial deve observar os critérios aplicáveis a cada situação, incluindo os estabelecidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF).</p>



<h3 class="wp-block-heading">O papel da Assistência Farmacêutica</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A Assistência Farmacêutica reúne ações voltadas à promoção, à proteção e à recuperação da saúde, tendo o medicamento como um dos elementos do cuidado. Envolve etapas como seleção, programação, aquisição, armazenamento, distribuição e dispensação, buscando assegurar a disponibilidade de medicamentos de qualidade e seu uso racional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse processo, o farmacêutico exerce um papel fundamental. Sua atuação vai além da entrega do medicamento: inclui a gestão da Assistência Farmacêutica e o cuidado direto ao paciente, em articulação com os demais profissionais de saúde. A orientação sobre o uso correto, a avaliação de possíveis interações e o acompanhamento do tratamento contribuem para prevenir e resolver problemas relacionados aos medicamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O Instituto Nacional de Ciências Farmacêuticas (INAFF) apoia e incentiva a divulgação de informações qualificadas sobre saúde no Brasil</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ministério da Saúde estabelece rol de medicamentos oncológicos de altíssimo custo</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/ministerio-da-saude-estabelece-rol-de-medicamentos-oncologicos-de-altissimo-custo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 19:31:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#medicamentosoncológicos]]></category>
		<category><![CDATA[#SAES]]></category>
		<category><![CDATA[#SCTIE]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: Magnific]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Nova portaria define os critérios para classificação e reúne 18 medicamentos já incorporados ao SUS considerados de altíssimo custo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério da Saúde publicou a Portaria Conjunta SCTIE/SAES/MS nº 2, de 21 de julho de 2026, que estabelece o rol de medicamentos oncológicos classificados como de altíssimo custo no Sistema Único de Saúde (SUS).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Publicada no Diário Oficial da União em 22 de julho, a norma foi assinada conjuntamente pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde (SCTIE) e pela Secretaria de Atenção Especializada à Saúde (SAES) e entra em vigor 120 dias após sua publicação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de estabelecer a primeira relação de medicamentos, a Portaria determina que o rol e suas futuras atualizações sejam divulgados no portal do Ministério da Saúde, ampliando a transparência e a padronização das informações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que define um medicamento de altíssimo custo?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Portaria estabelece quatro critérios para identificar os medicamentos que poderão integrar o rol. Esses critérios não precisam ser atendidos simultaneamente, ou seja, o enquadramento pode ocorrer a partir das diferentes condições previstas pelo Ministério da Saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">São considerados aspectos como:</p>



<p class="wp-block-paragraph">custo individual anual do tratamento;<br>impacto financeiro global estimado da aquisição;<br>valor mensal do tratamento por paciente;<br>necessidade de autorização prévia para dispensação, conforme critérios técnicos definidos pelo Ministério da Saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, a classificação permite identificar medicamentos oncológicos que, devido ao elevado impacto financeiro ou às características de sua utilização, demandam estratégias específicas de planejamento e gestão no SUS.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>18 medicamentos integram o primeiro rol</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O anexo da Portaria reúne 18 medicamentos oncológicos já incorporados ao SUS, apresentando também suas respectivas indicações e apresentações, as portarias de incorporação e os critérios utilizados para classificá-los como de altíssimo custo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os medicamentos incluídos estão abemaciclibe, pembrolizumabe, nivolumabe, trastuzumabe, olaparibe e pertuzumabe.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A publicação do rol cria uma referência nacional para a identificação desses tratamentos e integra o processo de organização da assistência farmacêutica em oncologia no SUS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A definição de critérios objetivos para identificar medicamentos oncológicos de altíssimo custo contribui para tornar mais transparente uma área que envolve tratamentos de elevado impacto financeiro para o sistema público de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que uma classificação, o rol pode apoiar o planejamento das aquisições e a construção de estratégias específicas para esses medicamentos. Em um cenário de expansão das tecnologias disponíveis para o tratamento do câncer, conciliar acesso, sustentabilidade financeira e uso adequado dos recursos públicos será cada vez mais importante para a assistência oncológica no SUS.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O Instituto Nacional de Ciências Farmacêuticas (INAFF) apoia e incentiva a divulgação de informações qualificadas sobre saúde no Brasil</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>SUS inclui novo exame para rastreamento do câncer colorretal</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/sus-inclui-novo-exame-para-rastreamento-do-cancer-colorretal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 19:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#CÂNCERCOLORRETAL]]></category>
		<category><![CDATA[#FIT]]></category>
		<category><![CDATA[#sus]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: CHATgpt]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Teste será destinado a homens e mulheres assintomáticos, entre 50 e 75 anos, e poderá ampliar o rastreamento para mais de 40 milhões de brasileiros</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério da Saúde incluiu o Teste Imunoquímico Fecal (FIT) na Tabela de Procedimentos do Sistema Único de Saúde (SUS). O exame será destinado ao rastreamento do câncer colorretal em homens e mulheres assintomáticos, com idade entre 50 e 75 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A medida amplia as possibilidades de identificação precoce da doença e poderá beneficiar mais de 40 milhões de brasileiros que fazem parte da faixa etária indicada para o rastreamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O câncer colorretal é um tumor maligno que se desenvolve no cólon ou no reto e está entre os tipos de câncer mais frequentes no Brasil. A identificação da doença em estágios iniciais aumenta as possibilidades de tratamento e de cura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como funciona o FIT?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Indolor e não invasivo, o Teste Imunoquímico Fecal é realizado a partir de uma amostra de fezes e permite identificar pequenas quantidades de sangue que não são visíveis a olho nu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A presença de sangue oculto pode estar relacionada a diferentes alterações no trato gastrointestinal, incluindo pólipos e câncer colorretal. Por isso, um resultado positivo no FIT não confirma, sozinho, o diagnóstico de câncer, mas indica a necessidade de investigação complementar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No SUS, o exame será oferecido na modalidade ambulatorial e classificado como procedimento da Atenção Primária à Saúde. Para a população indicada, a recomendação é que o rastreamento seja realizado a cada dois anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as vantagens do FIT estão:</p>



<p class="wp-block-paragraph">não exige preparo intestinal;<br>dispensa dieta restritiva antes da coleta;<br>necessita de apenas uma amostra;<br>é menos invasivo;<br>pode favorecer maior adesão ao rastreamento.<br>Quando começa?</p>



<p class="wp-block-paragraph">A medida foi publicada no Diário Oficial da União em 10 de agosto de 2026 e entrou em vigor na mesma data. O registro do novo procedimento no SUS terá início em setembro de 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A inclusão do teste na tabela do SUS é uma etapa importante para organizar e ampliar o rastreamento do câncer colorretal no país, especialmente por permitir que a identificação de possíveis alterações comece na Atenção Primária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ampliar o acesso ao rastreamento significa criar oportunidades para identificar alterações antes mesmo do aparecimento de sintomas, quando as possibilidades de intervenção podem ser maiores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A incorporação de uma tecnologia, entretanto, precisa ser acompanhada de organização da rede assistencial, orientação adequada à população e garantia de continuidade do cuidado. Diante de um resultado positivo no FIT, é fundamental que o paciente tenha acesso oportuno aos exames complementares necessários para investigação e, quando indicado, ao diagnóstico e ao tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que disponibilizar o exame, o desafio é garantir uma linha de cuidado estruturada, capaz de transformar o rastreamento em diagnóstico precoce e melhores resultados em saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Instituto Nacional de Ciências Farmacêuticas (INAFF) apoia e incentiva a divulgação de informações qualificadas sobre saúde no Brasil</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Ministério da Saúde orienta hospitais sobre levantamento de pacientes para primeira compra nacional de medicamentos do AF-Onco</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/ministerio-da-saude-orienta-hospitais-sobre-levantamento-de-pacientes-para-primeira-compra-nacional-de-medicamentos-do-af-onco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 12:27:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: CHATgpt]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Nota técnica orienta estados, CACONs e UNACONs na estimativa da demanda por nove medicamentos oncológicos incorporados ao SUS.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério da Saúde publicou a <strong>Nota Técnica nº 31/2026-COAFMO/CGAFAE/DAF/SCTIE/MS</strong>, que orienta estados e o Distrito Federal sobre o levantamento da demanda para a primeira aquisição nacional de medicamentos no âmbito do <strong>Componente da Assistência Farmacêutica em Oncologia (AF-Onco)</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A medida representa mais uma etapa da implementação do novo modelo de assistência farmacêutica em oncologia. Após a criação do AF-Onco, da definição da primeira lista de medicamentos classificados como de altíssimo custo e da instituição da sistemática de negociação centralizada, a nova nota técnica detalha como será realizado o planejamento da primeira compra nacional desses medicamentos por meio de <strong>Ata de Registro de Preços Nacional</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta etapa, as Secretarias Estaduais de Saúde deverão encaminhar formulários padronizados aos <strong>Centros de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (CACONs)</strong> e às <strong>Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (UNACONs)</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas unidades serão responsáveis por informar o número de pacientes elegíveis para cada medicamento, considerando as indicações e os critérios clínicos definidos nos respectivos relatórios de recomendação da <strong>Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec)</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O formulário da <strong>Programação Anual de Aquisição Ascendente</strong> deverá ser preenchido pelos CACONs e UNACONs até <strong>24 de agosto de 2026</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Medicamentos incluídos na primeira negociação</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A primeira rodada de negociação contempla nove medicamentos oncológicos incorporados ao SUS:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Asciminibe;</li>



<li>Betadinutuximabe;</li>



<li>Brentuximabe vedotina;</li>



<li>Durvalumabe;</li>



<li>Erlotinibe;</li>



<li>Larotrectinibe;</li>



<li>Lenalidomida;</li>



<li>Ponatinibe;</li>



<li>Trióxido de arsênio.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que essa etapa representa?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento da demanda permitirá ao Ministério da Saúde dimensionar a necessidade de cada medicamento antes da realização da compra nacional, contribuindo para o planejamento das aquisições e da distribuição aos serviços habilitados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa etapa também busca tornar o processo de aquisição mais eficiente e favorecer a oferta das terapias já incorporadas ao SUS para os pacientes elegíveis.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O olhar do INAFF</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A consolidação do AF-Onco depende não apenas da incorporação de novos medicamentos, mas também da organização de processos capazes de transformar essas decisões em acesso efetivo aos pacientes. O levantamento qualificado da demanda é um passo essencial para que as compras nacionais sejam planejadas de forma adequada, reduzindo riscos de desabastecimento e contribuindo para uma distribuição mais eficiente das terapias oncológicas no SUS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O fortalecimento da assistência farmacêutica em oncologia passa pela integração entre avaliação de tecnologias, planejamento das aquisições e organização da rede assistencial, garantindo que medicamentos incorporados possam chegar, com segurança e oportunidade, às pessoas que deles necessitam.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Anvisa disponibiliza nova ferramenta para consulta de medicamentos biossimilares</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/anvisa-disponibiliza-nova-ferramenta-para-consulta-de-medicamentos-biossimilares/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 18:52:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[#biossimilares]]></category>
		<category><![CDATA[#medicamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: CHATgpt]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Nova funcionalidade reúne informações oficiais sobre biossimilares registrados no Brasil e facilita a consulta por profissionais de saúde, pesquisadores e gestores</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) disponibilizou uma nova funcionalidade no portal <strong>Consulta a Registro de Medicamentos</strong>, permitindo a identificação e a consulta de <strong>medicamentos biossimilares</strong> registrados no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O lançamento da ferramenta coincide com um marco importante: o país alcançou a marca de <strong>100 medicamentos biossimilares registrados pela Anvisa</strong>, ampliando o acesso a tratamentos biológicos para diferentes condições clínicas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é possível consultar?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A nova funcionalidade reúne, em um único ambiente, informações oficiais sobre os biossimilares registrados, incluindo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>nome comercial;</li>



<li>princípio ativo;</li>



<li>medicamento biológico de referência;</li>



<li>classe terapêutica;</li>



<li>empresa detentora do registro.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Também é possível acessar a página individual de cada medicamento, consultar as bulas aprovadas pela Anvisa, verificar as apresentações disponíveis e exportar os resultados da pesquisa para planilhas em Excel, facilitando a organização e a análise das informações.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como fazer a consulta?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">No portal <strong>Consulta a Registro de Medicamentos</strong>, o usuário deve:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>acessar <strong>Medicamentos Registrados</strong>;</li>



<li>selecionar <strong>Busca Avançada</strong>;</li>



<li>aplicar os filtros:
<ul class="wp-block-list">
<li>Situação da regularização: <strong>Ativo</strong> ou <strong>Inativo</strong>;</li>



<li>Categoria regulatória: <strong>Biológico</strong>;</li>



<li>Biossimilar: <strong>Sim</strong>;</li>
</ul>
</li>



<li>clicar em <strong>Consultar</strong>.</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Por que essa ferramenta é importante?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Anvisa, a nova funcionalidade amplia a transparência das informações regulatórias ao concentrar, em um único local, dados oficiais sobre os medicamentos biossimilares registrados no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ferramenta facilita a consulta por profissionais de saúde, gestores, pesquisadores e demais interessados, tornando mais simples a identificação dos biossimilares disponíveis no mercado brasileiro.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O olhar do INAFF</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A disponibilidade de informações qualificadas é um elemento essencial para fortalecer a assistência farmacêutica e promover o uso racional de medicamentos. Ferramentas que ampliam a transparência regulatória facilitam o acesso a dados confiáveis sobre medicamentos biossimilares e apoiam a tomada de decisão por profissionais de saúde, gestores e pesquisadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">À medida que cresce o número de biossimilares registrados no Brasil, iniciativas como essa também contribuem para ampliar o conhecimento sobre essas tecnologias e fortalecer sua utilização baseada em evidências, sempre respeitando as indicações aprovadas pela Anvisa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Instituto Nacional de Ciências Farmacêuticas (INAFF) apoia e incentiva a divulgação de informações qualificadas sobre saúde no Brasil</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mudanças no Programa Farmácia Popular ampliam monitoramento e atualizam regras para farmácias</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/mudancas-no-programa-farmacia-popular-ampliam-monitoramento-e-atualizam-regras-para-farmacias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 18:48:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#farmáciapopular]]></category>
		<category><![CDATA[#ministériodasaúde]]></category>
		<category><![CDATA[#sus]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.inaff.org.br/?p=6063</guid>

					<description><![CDATA[Foto: Magnific]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O principal objetivo da portaria é aumentar a eficiência e a rastreabilidade do programa, além de reduzir procedimentos burocráticos</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na última semana, o Ministério da Saúde divulgou mudanças nas regras do Programa Farmácia Popular do Brasil. Publicada no Diário Oficial da União, a nova portaria traz, entre as principais alterações, regras para o monitoramento dos estabelecimentos e novos critérios para a participação das farmácias no programa. As medidas entram em vigor a partir da data de publicação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As novas regras também determinam que a participação das farmácias credenciadas seja renovada a cada dois anos. A adesão deverá ser realizada individualmente para cada estabelecimento vinculado ao respectivo CNPJ.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra novidade é o aprimoramento do monitoramento do programa, com prioridade para o uso de meios eletrônicos, análise automatizada de dados e integração de sistemas. A proposta é tornar os processos mais eficientes, seguros e rastreáveis, além de facilitar a identificação de possíveis irregularidades.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quatro níveis de risco</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A portaria estabelece quatro classificações para as situações identificadas durante o monitoramento das farmácias participantes. As ocorrências serão avaliadas de acordo com a gravidade e com o risco de prejuízo ao programa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As situações de <strong>baixo risco</strong> envolvem inconsistências de caráter formal. Já as de <strong>risco médio</strong> abrangem inconsistências recorrentes que demandam esclarecimentos por parte do estabelecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No <strong>risco alto</strong>, estão incluídas situações em que há evidências de descumprimento das regras com potencial dano aos recursos públicos. Por sua vez, o <strong>risco muito alto</strong> contempla ocorrências com indícios de fraude, que poderão exigir comunicação aos órgãos de controle.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos casos classificados como de risco alto ou muito alto, poderá ser adotada, de forma cautelar, a suspensão da conexão da farmácia ao programa e dos respectivos pagamentos enquanto a situação é apurada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os estabelecimentos também deverão manter os registros relacionados às operações realizadas no âmbito do Farmácia Popular pelo período de cinco anos, reforçando os mecanismos de controle e rastreabilidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Penalidades e multas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A nova norma também detalha as penalidades aplicáveis às farmácias que descumprirem as regras do programa. As sanções poderão incluir advertência, multa, bloqueio temporário da participação por período de três a seis meses e, nos casos previstos, cancelamento do credenciamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As multas poderão variar de <strong>2% a 20%</strong>, conforme a gravidade da irregularidade, e serão calculadas sobre o valor envolvido na ocorrência ou sobre o faturamento anual do estabelecimento no programa, conforme o caso.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Validade das prescrições e novos valores</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A portaria mantém em <strong>180 dias</strong> a validade das prescrições utilizadas no Programa Farmácia Popular. Para os contraceptivos, o prazo permanece maior, chegando a <strong>365 dias</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra mudança é a definição de uma nova tabela de valores pagos pelo Ministério da Saúde às farmácias. A norma estabelece valores fixos por unidade — como comprimido, ampola ou outra apresentação —, que podem variar de acordo com o medicamento e com o estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As alterações reforçam uma tendência de maior controle e digitalização do Programa Farmácia Popular. Para além da simplificação dos procedimentos administrativos, as novas regras ampliam os mecanismos de monitoramento e responsabilização dos estabelecimentos, pontos importantes para garantir o uso adequado dos recursos públicos e a continuidade do acesso da população aos medicamentos disponibilizados pelo programa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Instituto Nacional de Ciências Farmacêuticas (INAFF) apoia e incentiva a divulgação de informações qualificadas sobre saúde no Brasil</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Superintendente de Assistência Farmacêutica de Minas Gerais visita stand do INAFF no Congresso do Conasems</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/superintendente-de-assistencia-farmaceutica-de-minas-gerais-visita-stand-do-inaff-no-congresso-do-conasems/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 18:25:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#CONASEMS]]></category>
		<category><![CDATA[#inaff]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.inaff.org.br/?p=6060</guid>

					<description><![CDATA[Foto: Magnific]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Durante o XXXIX Congresso do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), realizado em Porto Alegre, entre os dias 12 e 15 de julho de 2026, o stand do Instituto Nacional de Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia (INAFF) recebeu a visita de Christina Coelho Nunes, Superintendente de Assistência Farmacêutica de Minas Gerais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na ocasião, a superintendente foi recebida pelo fundador do INAFF e atual presidente da Sociedade Brasileira de Farmácia Hospitalar e Serviços de Saúde (SBRAFH), Prof. Lindemberg Assunção. O encontro foi marcado por um diálogo produtivo e pela troca de experiências acerca dos desafios, avanços e perspectivas da assistência farmacêutica no país, especialmente no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A visita de Christina Coelho Nunes ao stand do INAFF reforça o compromisso compartilhado com a valorização dos serviços farmacêuticos e com a construção de soluções capazes de ampliar o acesso da população a uma atenção à saúde cada vez mais eficiente, segura, equitativa e resolutiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o INAFF, é importante compartilhar reflexões sobre iniciativas que podem contribuir para o contínuo aprimoramento da assistência farmacêutica e das políticas de saúde no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Instituto Nacional de Ciências Farmacêuticas (INAFF) apoia e incentiva a divulgação de informações qualificadas sobre saúde no Brasil</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Anvisa revoga restrições à comercialização de medicamentos em plataformas digitais</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/anvisa-revoga-restricoes-a-comercializacao-de-medicamentos-em-plataformas-digitais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 18:59:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[#plataforma]]></category>
		<category><![CDATA[#sus]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.inaff.org.br/?p=6056</guid>

					<description><![CDATA[Foto: Magnific]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Decisão retira proibições específicas impostas a aplicativos e marketplaces, mas não autoriza automaticamente a venda de medicamentos por essas plataformas</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) revogou medidas que restringiam a comercialização e a publicidade de medicamentos em determinadas plataformas digitais. A decisão foi tomada após a entrada em vigor da <strong>Lei nº 15.357/2026</strong>, que passou a permitir que farmácias e drogarias utilizem canais digitais e plataformas de comércio eletrônico para atividades relacionadas à logística e à entrega de medicamentos aos consumidores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As revogações alcançam medidas anteriormente aplicadas a plataformas como <strong>iFood, Rappi, Mercado Livre, Submarino, Americanas e Shopee</strong>. No entanto, a própria Anvisa esclareceu que a decisão <strong>não representa autorização automática para que essas empresas comercializem medicamentos</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que muda na prática?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A nova legislação permite que <strong>farmácias e drogarias regularmente licenciadas</strong> utilizem plataformas digitais como parceiras para facilitar a venda e a entrega de medicamentos ao consumidor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso significa que as plataformas poderão atuar como canais tecnológicos e logísticos, mas <strong>não assumem a condição de farmácia ou drogaria</strong> nem passam a ser responsáveis pela dispensação dos medicamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A comercialização continua sendo uma atividade exclusiva de estabelecimentos regularmente autorizados pelos órgãos competentes.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quais regras continuam valendo?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo com a revogação das medidas, permanecem em vigor todas as exigências previstas na legislação sanitária para a comercialização de medicamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre elas estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>funcionamento regular da farmácia ou drogaria;</li>



<li>comercialização de medicamentos devidamente registrados ou regularizados;</li>



<li>responsabilidade técnica do farmacêutico;</li>



<li>condições adequadas de armazenamento e transporte;</li>



<li>cumprimento das normas específicas sobre publicidade de medicamentos.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Essas exigências continuam sendo fundamentais para garantir a qualidade dos produtos e a segurança dos pacientes.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ainda será necessária regulamentação</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Anvisa informou que a revogação das restrições não torna automática a aplicação do novo modelo previsto na Lei nº 15.357/2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A implementação dependerá de <strong>regulamentação específica da própria Agência</strong>, que deverá estabelecer os procedimentos, requisitos e responsabilidades para a utilização de plataformas digitais na comercialização de medicamentos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O olhar do INAFF</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A transformação digital pode ampliar a conveniência e facilitar o acesso da população aos medicamentos, especialmente por meio de serviços de entrega e canais eletrônicos de compra. No entanto, esse avanço deve ocorrer sem comprometer os princípios que orientam a assistência farmacêutica, como o uso seguro dos medicamentos, a rastreabilidade dos produtos e a responsabilidade técnica dos estabelecimentos farmacêuticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A regulamentação da Anvisa será um passo importante para definir como inovação tecnológica e segurança sanitária poderão coexistir, garantindo que a ampliação dos canais digitais ocorra de forma responsável e em benefício dos pacientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A Anvisa revogou restrições relacionadas à comercialização de medicamentos em plataformas digitais. Mas isso não significa que aplicativos e marketplaces estejam autorizados a vender medicamentos livremente.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A decisão foi tomada após a entrada em vigor da Lei nº 15.357/2026, que permite que farmácias e drogarias utilizem plataformas digitais para atividades relacionadas à venda, logística e entrega de medicamentos.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> O que continua valendo?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2714.png" alt="✔" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Somente farmácias e drogarias regularmente licenciadas podem comercializar e dispensar medicamentos.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2714.png" alt="✔" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> As plataformas digitais não se tornam farmácias e não assumem a responsabilidade pela dispensação.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2714.png" alt="✔" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Permanecem obrigatórias todas as regras sanitárias, incluindo responsabilidade técnica do farmacêutico, regularidade dos medicamentos, armazenamento adequado e cumprimento das normas de publicidade.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/26a0.png" alt="⚠" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Importante: a própria Anvisa esclareceu que a revogação das restrições não autoriza automaticamente a comercialização de medicamentos pelas plataformas. A aplicação da nova lei ainda dependerá de regulamentação específica da Agência.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Saiba mais em</strong><a href="http://www.inaff.org.br"><strong> </strong><strong>www.inaff.org.br</strong></a><strong> (link na bio).</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>#INAFF #Anvisa #Medicamentos #AssistênciaFarmacêutica #SaúdeDigital #Farmácia #SegurançaDoPaciente #UsoRacionalDeMedicamentos #SUS #TecnologiasEmSaúde</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Instituto Nacional de Ciências Farmacêuticas (INAFF) apoia e incentiva a divulgação de informações qualificadas sobre saúde no Brasil</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>Consulta Pública nº 64/2026 avalia o uso de sotatercepte para hipertensão arterial pulmonar: as contribuições podem ser feitas até o dia 17 de agosto</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/consulta-publica-no-64-2026-avalia-o-uso-de-sotatercepte-para-hipertensao-arterial-pulmonar-as-contribuicoes-podem-ser-feitas-ate-o-dia-17-de-agosto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 19:35:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#ats]]></category>
		<category><![CDATA[#Consultapública]]></category>
		<category><![CDATA[#HAP]]></category>
		<category><![CDATA[#hipertensãoarterialpulmonar]]></category>
		<category><![CDATA[#sus]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.inaff.org.br/?p=6048</guid>

					<description><![CDATA[Foto: Magnific]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>A participação de profissionais de saúde pode qualificar a decisão sobre a incorporação do medicamento ao SUS, trazendo evidências científicas e experiências da prática clínicaMobilização terá duração de um mês e contará com o Dia D em 22 de agosto para atualizar a caderneta de vacinação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Está aberta a Consulta Pública nº 64/2026 da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec), que avalia a incorporação do sotatercepte, em adição à terapia de base, para o tratamento de adultos com hipertensão arterial pulmonar (HAP) nas classes funcionais III ou IV da Organização Mundial da Saúde (OMS), com risco de mortalidade intermediário a alto e em uso de terapia dupla, quando intolerantes às prostaciclinas, ou de terapia tripla. As contribuições podem ser enviadas até 17 de agosto de 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A hipertensão arterial pulmonar é uma doença rara, crônica e progressiva, associada a elevada morbimortalidade e importante comprometimento da qualidade de vida. Nos estágios mais avançados, os pacientes apresentam limitações importantes para atividades cotidianas, maior risco de hospitalizações e evolução para insuficiência cardíaca direita.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O sotatercepte é uma terapia administrada por via subcutânea e está sendo avaliado como tratamento complementar ao esquema terapêutico já utilizado pelos pacientes. Seu mecanismo de ação atua em vias relacionadas ao remodelamento vascular pulmonar, buscando reduzir a progressão da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na análise das evidências disponíveis, a Conitec considerou um ensaio clínico envolvendo 172 participantes. Os resultados indicaram redução da ocorrência do desfecho composto de morte, transplante pulmonar ou hospitalização por piora da doença, benefício relacionado principalmente à diminuição das hospitalizações. Entretanto, o estudo foi interrompido precocemente, o que aumentou as incertezas sobre a magnitude dos benefícios, especialmente em relação ao impacto sobre a mortalidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além das evidências clínicas, a avaliação contemplou aspectos econômicos. Diante das incertezas identificadas e do elevado impacto orçamentário estimado para o Sistema Único de Saúde (SUS), a recomendação inicial da Conitec foi pela não incorporação da tecnologia. Essa recomendação, contudo, não representa a decisão final. Todas as contribuições recebidas durante a consulta pública serão analisadas antes da deliberação definitiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A contribuição dos profissionais de saúde faz diferença</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">As consultas públicas são uma etapa essencial do processo de Avaliação de Tecnologias em Saúde (ATS), pois permitem complementar as evidências científicas com informações provenientes da prática assistencial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Profissionais de saúde que atuam no cuidado de pessoas com hipertensão arterial pulmonar podem contribuir apresentando informações como:</p>



<p class="wp-block-paragraph">experiência clínica com pacientes em diferentes estágios da doença;<br>desafios relacionados ao manejo terapêutico e às limitações das opções atualmente disponíveis;<br>dados sobre hospitalizações, progressão clínica e necessidade de escalonamento terapêutico;<br>informações sobre segurança, efetividade e perfil dos pacientes que potencialmente poderiam se beneficiar da tecnologia;<br>evidências científicas recentes, protocolos, registros ou estudos que possam subsidiar a tomada de decisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contribuições fundamentadas, baseadas na experiência assistencial e em evidências científicas, fortalecem o processo de decisão da Conitec e contribuem para que a avaliação reflita, de forma mais abrangente, a realidade do cuidado prestado aos pacientes no SUS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As contribuições podem ser enviadas até 17 de agosto de 2026, por meio do formulário oficial da Conitec.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acesse a consulta pública:<br>https://brasilparticipativo.presidencia.gov.br/processes/consultas-publicas-conitec/f/5172/</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Instituto Nacional de Ciências Farmacêuticas (INAFF) apoia e incentiva a divulgação de informações qualificadas sobre saúde no Brasil</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Nova campanha nacional de vacinação tem como público-alvo crianças e adolescentes</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/nova-campanha-nacional-de-vacinacao-tem-como-publico-alvo-criancas-e-adolescentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 18:31:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#campanhanacionaldevacinação]]></category>
		<category><![CDATA[#criançaseadolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[#ministériodasaúde]]></category>
		<category><![CDATA[#vacinação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.inaff.org.br/?p=6044</guid>

					<description><![CDATA[Foto: Magnific]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mobilização terá duração de um mês e contará com o Dia D em 22 de agosto para atualizar a caderneta de vacinação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Campanha Nacional de Multivacinação começa nesta segunda-feira (3) com o objetivo de atualizar a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes de até 15 anos em todo o país. Diferentemente de campanhas voltadas para uma única doença, a estratégia busca identificar e aplicar todas as vacinas que estejam em atraso, conforme a idade e o calendário nacional de imunização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a campanha, os profissionais de saúde irão verificar a situação vacinal de cada criança ou adolescente e, sempre que necessário, aplicar as doses indicadas na mesma visita, facilitando a atualização do esquema vacinal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as vacinas que poderão ser ofertadas estão aquelas que protegem contra:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>poliomielite;</li>



<li>sarampo, caxumba e rubéola (tríplice viral);</li>



<li>difteria, tétano e coqueluche;</li>



<li>hepatites A e B;</li>



<li>rotavírus;</li>



<li>meningites;</li>



<li>febre amarela;</li>



<li>HPV;</li>



<li>dengue;</li>



<li>influenza;</li>



<li>Covid-19.<br></li>



<li>A Vacinação contra o sarampo será ampliada em municípios paulistas</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Além da estratégia de multivacinação, os municípios de Guarulhos, São Bernardo do Campo e São Paulo ampliarão temporariamente a vacinação contra o sarampo para pessoas de 6 meses a 59 anos de idade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A medida foi adotada após a identificação de uma cadeia de transmissão relacionada à importação do vírus. Em 2026, o Brasil confirmou 17 casos de sarampo, dos quais 14 estão em acompanhamento no estado de São Paulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Estratégias para ampliar a cobertura vacinal</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A campanha faz parte das ações do Ministério da Saúde para recuperar as coberturas vacinais, que sofreram redução nos últimos anos. Embora os índices tenham apresentado melhora desde 2023, ainda existem diferenças importantes entre estados e municípios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ampliar o acesso à vacinação, estados e municípios poderão adotar diferentes estratégias, como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>vacinação nas escolas;</li>



<li>utilização de unidades móveis;</li>



<li>ampliação do horário de funcionamento das salas de vacinação;</li>



<li>busca ativa de crianças e adolescentes com esquemas vacinais incompletos.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O olhar do INAFF</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">As vacinas estão entre as tecnologias em saúde que mais contribuem para a prevenção de doenças, redução de hospitalizações e diminuição da mortalidade. Campanhas de multivacinação desempenham um papel importante porque permitem identificar esquemas vacinais incompletos e atualizar, em uma única oportunidade, diferentes imunizantes previstos no Calendário Nacional de Vacinação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que ampliar a cobertura vacinal, estratégias como essa fortalecem a prevenção, reduzem o risco de reintrodução de doenças já controladas e contribuem para proteger tanto os indivíduos quanto a coletividade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Instituto Nacional de Ciências Farmacêuticas (INAFF) apoia e incentiva a divulgação de informações qualificadas sobre saúde no Brasil</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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