<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>#anvisa &#8211; INAFF</title>
	<atom:link href="https://www.inaff.org.br/tag/anvisa/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.inaff.org.br</link>
	<description>Instituto Nacional de Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia</description>
	<lastBuildDate>Wed, 21 Oct 2026 18:37:53 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1.3</generator>

<image>
	<url>https://www.inaff.org.br/inaff/wp-content/uploads/2025/03/cropped-Sem-Titulo-1-32x32.png</url>
	<title>#anvisa &#8211; INAFF</title>
	<link>https://www.inaff.org.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Ministério da Saúde aprova metodologia para mapear centros de pesquisa clínica no Brasil</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/ministerio-da-saude-aprova-metodologia-para-mapear-centros-de-pesquisa-clinica-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 18:37:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[#ministériodasaúde]]></category>
		<category><![CDATA[#pesquisaclínica]]></category>
		<category><![CDATA[#saúde]]></category>
		<category><![CDATA[#sus]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.inaff.org.br/?p=6206</guid>

					<description><![CDATA[Foto: Magnific]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Iniciativa reunirá informações sobre a estrutura e a atuação das unidades públicas e privadas para orientar políticas públicas e fortalecer o desenvolvimento de tecnologias para o SUS</p>



<p class="wp-block-paragraph">No início de outubro, o Ministério da Saúde aprovou a metodologia que vai orientar o mapeamento dos centros de pesquisa clínica públicos e privados do Brasil. O objetivo é reunir informações sobre a atuação, a abrangência territorial, a infraestrutura e o funcionamento dessas unidades. O resultado servirá de base para o planejamento de políticas públicas e a avaliação da capacidade local de desenvolver medicamentos, vacinas e tratamentos que atendam às demandas do Sistema Único de Saúde (SUS).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O trabalho será coordenado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde (SCTIE) do Ministério da Saúde e executado pela Faculdade de Medicina de Botucatu da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (FMB/Unesp), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A aplicação nacional do mapeamento está prevista para ocorrer até o fim deste ano, com a publicação de um edital de chamamento público para coletar informações dos centros de pesquisa clínica de todo o país. A partir desse levantamento, o Ministério da Saúde implementará o Cadastro Nacional de Centros de Pesquisa Clínica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa integra o Programa Nacional de Pesquisa Clínica (PPClin), que busca incentivar estudos voltados à saúde pública e promover um ambiente de pesquisa mais integrado e transparente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Ministério da Saúde, o cadastro contribuirá para fortalecer o Complexo Econômico-Industrial da Saúde e trará benefícios para o setor produtivo, ao facilitar a identificação de parceiros estratégicos, a formação de redes colaborativas e a integração entre os centros de pesquisa e a indústria.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Anvisa aprova pesquisa da primeira vacina brasileira contra a malária</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/anvisa-aprova-pesquisa-da-primeira-vacina-brasileira-contra-a-malaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 16:35:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[#malária]]></category>
		<category><![CDATA[#saúde]]></category>
		<category><![CDATA[#sus]]></category>
		<category><![CDATA[#vacinabrasileira]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.inaff.org.br/?p=6203</guid>

					<description><![CDATA[Foto: Magnific]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Vivaxin entra na fase 1 de estudos clínicos em humanos para avaliar a segurança e a resposta imunológica do imunizante</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na última semana, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou o início da pesquisa clínica de uma vacina contra a malária desenvolvida no Brasil. O estudo com a vacina Vivaxin (proteína PvCSP-All) será duplo-cego, controlado por placebo, com o objetivo de avaliar a segurança e a imunogenicidade do imunizante. A autorização foi publicada no Diário Oficial da União.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Vivaxin está sendo desenvolvida pelo Centro de Tecnologia de Vacinas (CTVacinas), da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), com apoio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e do Ministério da Saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A vacina é composta por uma proteína quimérica recombinante chamada PvCSP-All epitopes. O imunizante contém a substância ativa na forma liofilizada, que será reconstituída com o adjuvante CTVad3 no momento do uso, para aplicação intramuscular.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta primeira fase do estudo, o objetivo é definir o perfil de segurança do imunizante. Após a administração intramuscular da Vivaxin, serão avaliadas possíveis reações nos primeiros 14 e 28 dias e durante todo o período do estudo. Caso os resultados sejam positivos, a vacina poderá avançar para as fases 2 e 3 de estudos clínicos, etapas necessárias antes de uma eventual solicitação de registro à Anvisa e a outras agências reguladoras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A unidade responsável por recrutar e convocar os voluntários é o Centro de Pesquisas Clínicas (CPC) do Hospital das Clínicas (HC) da UFMG. Está prevista a participação de 48 voluntários saudáveis, com idades entre 18 e 59 anos e sem histórico de infecção por malária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre a malária</p>



<p class="wp-block-paragraph">A malária é uma doença infecciosa, febril e potencialmente grave, causada por protozoários do gênero Plasmodium, transmitidos principalmente pela picada de fêmeas infectadas do mosquito Anopheles, conhecido como mosquito-prego. A doença não é transmitida pelo contato direto entre pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), foram estimados 9,9 milhões de casos de malária causados pelo parasita Plasmodium vivax no mundo em 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Ministério da Saúde, no Brasil foram registrados 118.037 casos de malária contraídos no território nacional em 2025.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Anvisa atualiza orientações sobre uso seguro de fitoterápicos e plantas medicinais</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/anvisa-atualiza-orientacoes-sobre-uso-seguro-de-fitoterapicos-e-plantas-medicinais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 19:09:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[#medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[#medicamentosfitoterápicos]]></category>
		<category><![CDATA[#plantasmedicinais]]></category>
		<category><![CDATA[#saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.inaff.org.br/?p=6178</guid>

					<description><![CDATA[Foto: Magnific]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cartilha e folder acompanham o novo marco regulatório dos fitoterápicos industrializados e reforçam cuidados para o uso adequado desses produtos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) atualizou dois materiais educativos sobre plantas medicinais e fitoterápicos: uma cartilha com orientações detalhadas e um folder voltado à consulta rápida. O objetivo é ampliar o acesso da população a informações sobre identificação, preparo e uso adequado desses produtos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os materiais explicam as diferenças entre plantas medicinais, medicamentos fitoterápicos e outras categorias de produtos de origem natural, como suplementos, vitaminas e medicamentos homeopáticos. Também orientam sobre como identificar produtos regularizados e alertam para os riscos de produtos irregulares, que podem conter substâncias tóxicas ou apresentar problemas de qualidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Atualização acompanha novo marco regulatório</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A revisão dos materiais ocorre após a publicação, em dezembro de 2025, do novo marco regulatório dos medicamentos fitoterápicos no Brasil, com destaque para a RDC nº 1.004/2025. A norma atualizou e simplificou os processos de registro e notificação desses medicamentos, buscando dar mais previsibilidade à regularização e ampliar as possibilidades de desenvolvimento de produtos a partir da biodiversidade brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em fevereiro de 2026, a Anvisa também publicou novos documentos técnicos para o registro simplificado de fitoterápicos, incluindo monografias e relatórios de avaliação com informações padronizadas sobre determinados insumos ativos vegetais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Uso de plantas medicinais ainda exige cuidado</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O fato de um produto ter origem natural não significa que ele seja automaticamente seguro. Plantas medicinais e fitoterápicos podem apresentar contraindicações, provocar efeitos adversos e interagir com outros medicamentos. A identificação incorreta da planta, o uso de partes inadequadas, erros no preparo e a aquisição de produtos irregulares também podem aumentar os riscos. Por isso, é importante seguir as orientações de uso e informar aos profissionais de saúde sobre todos os medicamentos, fitoterápicos, suplementos e plantas medicinais utilizados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O uso no Brasil</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um estudo publicado em 2023 na Revista Fitos, com base em dados da Pesquisa Nacional de Saúde de 2019, identificou prevalência de 2,6% no uso de plantas medicinais e fitoterapia nos 12 meses anteriores à pesquisa.O uso foi mais frequente na região Norte, entre mulheres, pessoas com 60 anos ou mais e indivíduos com doenças crônicas. Os dados reforçam a importância de ampliar a oferta de informação confiável sobre essas práticas, especialmente diante da presença de plantas medicinais e fitoterápicos no cotidiano de parte da população brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Informação também é parte do uso seguro</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O uso racional não depende apenas da disponibilidade de um produto. Também exige que o paciente saiba o que está utilizando, para qual finalidade, em qual dose e por quanto tempo, além de conhecer possíveis riscos e interações. Natural não é sinônimo de inofensivo. Informação, regularização e orientação profissional são fundamentais para transformar o acesso em cuidado seguro. A cartilha e o folder atualizados estão disponíveis no portal da Anvisa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acesse o material através deste link: <a href="https://drive.google.com/drive/u/0/folders/163gjC02AGFwW_3OxF29uDQTEyeQnjJoq">https://drive.google.com/drive/u/0/folders/163gjC02AGFwW_3OxF29uDQTEyeQnjJoq</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Anvisa determinou a apreensão de medicamentos falsificados</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/anvisa-determinou-a-apreensao-de-medicamentos-falsificados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 18:19:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[#medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[#saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.inaff.org.br/?p=6175</guid>

					<description><![CDATA[Foto: Magnific]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Medidas atingiram lote falsificado de medicamento para câncer de mama e toxina botulínica</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na última segunda (21), a Anvisa determinou a apreensão do lote B5011B05, com data de fabricação de junho de 2025 do medicamento Phesgo, utilizado no tratamento do câncer de mama. A determinação foi possível, após a fabricante dos produtos identificar no mercado unidades com características diferentes do produto original.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também foi determinada a apreensão e proibição de venda de lotes falsificados do medicamento Dysport, utilizado em tratamentos terapêuticos e estéticos de toxina botulínica A. A fabricante informou que não reconhece os lotes: P08191 (04/2029); P08192 (05/2029) e P22368 (02/2029).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além das falsificações, a Agência determinou a suspensão da divulgação de medicamentos manipulados comercializados pela Queen Pharma Aesthetic e pela Farmácia Malheiro. Entre os produtos anunciados estavam formulações com indicação para emagrecimento, redução de gordura localizada, saúde capilar, tratamento de melasma e procedimentos estéticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Farmacêuticos e demais profissionais devem verificar informações como nome do produto, fabricante, lote e demais características da embalagem antes da dispensação ou utilização, além de comunicar suspeitas de irregularidades aos órgãos de vigilância sanitária.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Anvisa aprova novos medicamentos para doenças graves e crônicas no Brasil</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/anvisa-aprova-novos-medicamentos-para-doencas-graves-e-cronicas-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[#doençascrônicas]]></category>
		<category><![CDATA[#medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[#saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.inaff.org.br/?p=6142</guid>

					<description><![CDATA[Foto: Magnific]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Registros incluem novas opções para nefropatia por IgA, câncer colorretal metastático e prevenção da enxaqueca</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou novos medicamentos para o tratamento de doenças graves e crônicas no Brasil. Entre os registros estão a atrasentana, indicada para nefropatia primária por imunoglobulina A; o fruquintinibe, para câncer colorretal metastático; e o atogepanto, para prevenção da enxaqueca. As aprovações ampliam as alternativas terapêuticas disponíveis no país e representam novas possibilidades para pacientes que convivem com condições de alta complexidade ou que já passaram por diferentes linhas de tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Atrasentana para nefropatia por imunoglobulina A</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A atrasentana foi aprovada para reduzir a proteinúria em adultos com nefropatia primária por imunoglobulina A, também conhecida como nefropatia por IgA. A doença ocorre quando complexos envolvendo esse anticorpo se acumulam nos glomérulos, estruturas responsáveis pela filtração do sangue. Esse processo pode causar inflamação, perda de proteínas pela urina e comprometimento progressivo da função renal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A atrasentana atua bloqueando seletivamente o receptor de endotelina A. Essa ação pode ajudar a reduzir alterações associadas à progressão da doença renal, incluindo a pressão nos glomérulos e a perda de proteínas pela urina.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fruquintinibe para câncer colorretal metastático</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O fruquintinibe foi aprovado para adultos com câncer colorretal metastático previamente tratados com diferentes terapias. O câncer colorretal metastático ocorre quando o tumor, inicialmente localizado no cólon ou no reto, se espalha para outras partes do organismo. Nessa fase, alguns pacientes podem apresentar progressão da doença mesmo após receberem várias linhas de tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O fruquintinibe atua bloqueando os receptores VEGFR-1, VEGFR-2 e VEGFR-3, envolvidos na formação de novos vasos sanguíneos. Ao interferir nessa via, o medicamento busca reduzir o suprimento de sangue necessário ao crescimento tumoral.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Atogepanto para prevenção da enxaqueca</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O atogepanto foi aprovado para a prevenção da enxaqueca em adultos que apresentam pelo menos quatro dias de enxaqueca por mês. Diferentemente dos medicamentos utilizados apenas durante as crises, o tratamento preventivo busca reduzir a frequência dos episódios ao longo do tempo. O atogepanto atua sobre uma via envolvida na transmissão da dor e no desenvolvimento das crises de enxaqueca. Nos estudos apresentados para o registro, o medicamento demonstrou redução do número de dias mensais com enxaqueca em comparação ao placebo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Registro na Anvisa não significa oferta imediata pelo SUS</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A aprovação sanitária pela Anvisa permite que um medicamento seja comercializado no Brasil depois do cumprimento das demais exigências regulatórias. No entanto, o registro não significa incorporação automática ao Sistema Único de Saúde (SUS). Para que uma nova tecnologia passe a ser ofertada regularmente na rede pública, é necessário um processo específico de avaliação, que considera evidências de benefícios e riscos, comparação com as alternativas já disponíveis, avaliação econômica e impacto orçamentário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o INAFF, a chegada de novas tecnologias amplia as possibilidades terapêuticas, mas o desafio central é transformar inovação em acesso real. Isso exige avaliação criteriosa das evidências, sustentabilidade financeira e organização dos serviços para que os tratamentos cheguem aos pacientes com segurança, qualidade e equidade.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Anvisa aprova novos genéricos e amplia opções de tratamento no Brasil</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/ministerio-da-saude-conclui-a-regulamentacao-do-af-onco-no-sus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 19:03:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[#diabetestipo2]]></category>
		<category><![CDATA[#genéricos]]></category>
		<category><![CDATA[#medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[#saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.inaff.org.br/?p=6094</guid>

					<description><![CDATA[Foto: Magnific]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Registros incluem medicamentos utilizados em intubação, infecções vaginais, obesidade e diabetes tipo 2, com potencial para ampliar a concorrência e reduzir custos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre o final de agosto e o início de setembro de 2026, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou novos medicamentos genéricos no Brasil. As autorizações incluem opções utilizadas em procedimentos de intubação, no tratamento de infecções vaginais, da obesidade e do diabetes mellitus tipo 2. A ampliação da oferta de genéricos representa um movimento importante para o acesso a medicamentos, especialmente porque aumenta a concorrência no mercado e pode contribuir para a redução dos preços e para uma maior disponibilidade de tratamentos à população.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Novos genéricos chegam ao mercado brasileiro</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 31 de agosto, a Anvisa publicou o registro de dois genéricos inéditos no país: o cloreto de suxametônio e o nitrato de fenticonazol na apresentação de óvulo vaginal. Posteriormente, também foram aprovados medicamentos genéricos à base de liraglutida, princípio ativo utilizado em tratamentos para obesidade e diabetes tipo 2. Os medicamentos genéricos possuem o mesmo princípio ativo, dose, forma farmacêutica e via de administração do respectivo medicamento de referência e precisam demonstrar equivalência terapêutica antes de receberem o registro sanitário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a legislação brasileira estabelece que os genéricos sejam comercializados com preço inferior ao medicamento de referência, aspecto que pode favorecer a ampliação do acesso aos tratamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cloreto de suxametônio</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O cloreto de suxametônio é o primeiro genérico do medicamento Succinil Colin registrado no Brasil. Trata-se de um bloqueador neuromuscular utilizado para facilitar a intubação traqueal, procedimento no qual um tubo é introduzido na traqueia para garantir a passagem de ar e permitir a ventilação do paciente. O medicamento é utilizado principalmente em ambientes hospitalares, incluindo unidades de terapia intensiva, e integra os chamados kits de intubação. A disponibilidade de um genérico nessa área pode contribuir para ampliar a oferta de um medicamento considerado importante para procedimentos de emergência e assistência hospitalar.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Nitrato de fenticonazol</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro genérico inédito aprovado foi o nitrato de fenticonazol em óvulo vaginal, correspondente ao medicamento de referência Fentizol Óvulo. O medicamento é um antifúngico utilizado no tratamento de infecções vaginais provocadas por fungos sensíveis ao princípio ativo, incluindo infecções causadas por espécies do gênero Candida. A apresentação em óvulo vaginal é uma forma farmacêutica sólida destinada à administração diretamente no canal vaginal.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Liraglutida para obesidade e diabetes tipo 2</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Anvisa também aprovou medicamentos genéricos à base de liraglutida, princípio ativo pertencente à classe dos agonistas do receptor de GLP-1. Essa classe de medicamentos atua em mecanismos relacionados ao controle da glicemia, do apetite e da ingestão de alimentos. A liraglutida é utilizada tanto no tratamento do diabetes mellitus tipo 2 quanto no manejo da obesidade. Apesar de utilizarem o mesmo princípio ativo, os produtos podem ter indicações, doses e esquemas de tratamento distintos, que devem ser respeitados conforme o registro de cada medicamento e a orientação do profissional de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Genéricos e ampliação do acesso</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A entrada de novos genéricos pode contribuir para aumentar a concorrência entre fabricantes, ampliar a disponibilidade de medicamentos e reduzir os custos para pacientes e para os sistemas de saúde. No entanto, ampliar o acesso não depende apenas da existência de novas opções no mercado. Também são necessários disponibilidade adequada, organização da assistência farmacêutica, orientação aos pacientes e uso racional dos medicamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o INAFF, a expansão do mercado de genéricos é um instrumento relevante para promover acesso e sustentabilidade. Mais opções terapêuticas e maior concorrência podem contribuir para reduzir barreiras econômicas, mas precisam estar acompanhadas de qualidade, segurança e acompanhamento adequado do tratamento.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
