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	<title>#canetasemagrecedoras &#8211; INAFF</title>
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		<title>Anvisa fará monitoramento ativo de eventos adversos com canetas emagrecedoras</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/anvisa-vai-monitorar-efeitos-colaterais-de-canetas-emagrecedoras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 18:28:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: Freepik]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>A medida representa uma mudança relevante na estratégia regulatória, pois passará a adotar um modelo de monitoramento proativo em parceria com serviços de saúde e instituições técnicas em todo o país</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou a implementação de um Plano de Farmacovigilância Ativa para monitorar o uso dos medicamentos agonistas do receptor de GLP-1, popularmente conhecidos como “canetas emagrecedoras”. A medida representa uma mudança relevante na estratégia regulatória, pois passará a adotar um modelo de monitoramento proativo em parceria com serviços de saúde e instituições técnicas em todo o país. O monitoramento de suspeitas de eventos adversos relacionados a esses medicamentos dependia, exclusivamente, de notificações realizadas voluntariamente por profissionais de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova iniciativa está voltada à identificação precoce de eventos adversos em condições reais de uso. Segundo o diretor-presidente da Anvisa, Leandro Safatle, a proposta é estruturar uma rede de vigilância mais integrada aos serviços de saúde. “Não podemos apenas esperar que as notificações cheguem à agência. É preciso organizar uma busca estruturada que permita detectar precocemente eventos adversos e qualificar as informações”.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dados da própria agência revelam a dimensão do desafio. Entre 2018 e março de 2026, foram registradas 2.965 notificações de eventos adversos relacionados a essa classe terapêutica, com um aumento expressivo de casos em 2025, sendo que a maior parte das ocorrências está associada à semaglutida. O diretor da Anvisa, Thiago Lopes Cardoso Campos, destacou que a alta demanda pelas “canetas” tem alimentado a circulação de produtos falsificados ou manipulados em condições inadequadas, o que reforça a necessidade de uma vigilância rigorosa sobre a procedência dos fármacos. A venda de medicamentos irregulares é crime previsto no artigo 273 do Código Penal.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, a nova estratégia concentra esforços na fase pós-comercialização dos medicamentos, etapa em que efeitos raros, tardios ou relacionados a padrões específicos de uso tendem a se tornar mais evidentes. “Não basta registrar medicamentos. É indispensável acompanharmos como eles se comportam na vida real”, destacou Campos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para operacionalizar o plano de farmacovigilância ativa, a Anvisa contará com uma rede de parceiros estratégicos, como a Rede Sentinela, composta por hospitais, serviços de saúde, laboratórios e centros de pesquisa. Ademais, terá o apoio da rede Ebserh, que interliga hospitais universitários em todo o Brasil.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Polícia Federal (PF) participará em ações integradas de fiscalização. Segundo Campos, o programa permanece aberto à participação de hospitais e instituições com capacidade técnica e comprometimento, tanto com a qualificação das notificações enviadas à vigilância sanitária, quanto com a promoção do uso seguro de medicamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a Anvisa, o fortalecimento da farmacovigilância ativa será essencial diante da expansão acelerada do uso de agonistas de GLP-1 no Brasil e do aumento dos riscos associados à circulação de produtos irregulares.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Instituto Nacional de Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia (INAFF) apoia e incentiva a divulgação de informações qualificadas sobre saúde no Brasil.</p>



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		<title>Risco de pancreatite aguda leva Anvisa a emitir alerta sobre uso inadequado de canetas emagrecedoras</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/risco-de-pancreatite-aguda-leva-anvisa-a-emitir-alerta-sobre-uso-inadequado-de-canetas-emagrecedoras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 17:24:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#anvisa]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: Freepik]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Agência reforça a importância do acompanhamento médico para evitar automedicação e produtos falsificados</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste mês de fevereiro, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu um alerta sobre os riscos de ocorrência de pancreatite aguda associada ao uso indevido de agonistas do GLP-1 (semaglutida liraglutida, tirzepatidae, dulaglutida). A reação adversa, que já se encontra descrita na bula dos medicamentos, embora classificada como rara, pode ser grave, inclusive levando ao óbito dos pacientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Anvisa chama a atenção para o uso sem prescrição, sem acompanhamento regular e aquisição dos medicamentos por fontes não confiáveis. A agência adverte que o uso dessas canetas sem prescrição e sem acompanhamento médico regular elimina a barreira de segurança necessária para identificar precocemente reações adversas graves. A automedicação impede o ajuste correto da dosagem e a monitorização de órgãos vitais como o pâncreas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A falta de orientação profissional e o risco real de utilizar produtos falsificados ou armazenados incorretamente pode anular a eficácia terapêutica ou causar danos irreversíveis à saúde.No período de 2018 a 2025 foram notificados à ANVISA 6 casos de mortes suspeitas e 128 casos suspeitos de pancreatite, o que destaca a importância de reforçar as recomendações para uso racional desses medicamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar das suspeitas de reações adversas notificadas, não foram modificadas as resoluções de risco e eficácia do medicamento. A Anvisa considera que os benefícios do medicamento superam as reações adversas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A agência orienta que, caso o usuário sinta dores abdominais fortes e persistentes (que podem irradiar para as costas) ou vômitos, deve suspender o uso imediatamente e procurar atendimento médico de emergência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Instituto Nacional de Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia (INAFF) apoia e incentiva a divulgação de informações qualificadas sobre saúde no Brasil.</p>
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		<title>OMS divulga primeira diretriz para uso de canetas emagrecedoras no tratamento da obesidade</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/oms-divulga-primeira-diretriz-para-uso-de-canetas-emagrecedoras-no-tratamento-da-obesidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Dec 2025 15:51:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[#GLP-1]]></category>
		<category><![CDATA[#obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[#OMS]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: Freepik]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Documento recomenda GLP-1 para adultos, alerta para baixo acesso global e reforça necessidade de políticas públicas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na última semana, a Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou a primeira diretriz sobre o uso dos medicamentos à base de Peptídeo semelhante ao Glucagon-1 (GLP-1), popularmente conhecidos como “canetas emagrecedoras”, para o tratamento da obesidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No documento, a obesidade é definida como uma doença crônica, com risco de recorrência caso não haja os cuidados necessários. O diagnóstico precoce é considerado fundamental e deve ser centrado na pessoa, com intervenções comportamentais, médicas e cirúrgicas, além de ações voltadas à prevenção da doença. Dados do Atlas Mundial da Obesidade apontam que, em 2024, a doença foi responsável por 3,7 milhões de mortes no mundo, número que pode dobrar até 2030 caso não haja melhorias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A diretriz apresenta duas recomendações principais. A primeira estabelece que a terapia pode ser utilizada por adultos com obesidade, exceto mulheres grávidas. A segunda reforça que o tratamento deve estar associado a hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada e prática regular de exercícios físicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A recomendação é que, em adultos com obesidade, o tratamento com GLP-1 pode ser utilizado a longo prazo, e que a terapia comportamental intensiva pode ser integrada a um algoritmo clínico multimodal. No entanto, ambas as recomendações são condicionais, diante das evidências disponíveis.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os principais pontos de atenção destacados na diretriz estão a falta de dados robustos sobre eficácia e segurança a longo prazo, as dúvidas sobre titulação, manutenção e descontinuação, o alto custo dos medicamentos, a preparação dos sistemas de saúde para a incorporação e as possíveis desigualdades de acesso.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>A elaboração da diretriz foi solicitada pelos Estados-membros da OMS diante do avanço global da obesidade. Segundo a organização, o texto será atualizado conforme novas evidências científicas surgirem. Para atender à crescente demanda, a OMS pede que fabricantes ampliem a produção dos medicamentos, mas estima que apenas 10% das pessoas que precisam da terapia com GLP-1 terão acesso a ela até 2030.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto destacado na diretriz é a necessidade de articulação global para facilitar a aquisição dessas terapias. A OMS reforça, porém, que os medicamentos não são solução isolada: o enfrentamento da obesidade exige políticas públicas robustas, ações preventivas e estratégias amplas de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O INAFF apoia e promove a divulgação e disseminação de informações sobre acesso à saúde no Brasil.</p>



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