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	<title>#cannabismedicinal &#8211; INAFF</title>
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	<title>#cannabismedicinal &#8211; INAFF</title>
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		<title>Acompanhe as últimas  atualizações regulatórias da Anvisa sobre Cannabis Medicinal</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/acompanhe-as-ultimas-atualizacoes-regulatorias-da-anvisa-sobre-cannabis-medicinal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Feb 2026 14:49:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: Freepik]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"> A Agência aprova novas regras para produção, pesquisa e uso medicinal da cannabis no Brasil, em cumprimento a decisão do STJ<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na última semana, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, por unanimidade, a regulamentação de todo o processo de produção da cannabis medicinal no Brasil. A decisão ocorreu durante a 1ª Reunião Pública da Diretoria Colegiada (Dicol) de 2026. Em cumprimento a uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), a agência estabeleceu regras para o plantio da cannabis em solo nacional e revisou a RDC nº 327/2019, que rege a fabricação e venda desses produtos, prorrogando sua validade e ampliando as formas de uso. Além disso, deu início ao processo para revisar a RDC nº 660/2022, buscando corrigir assimetrias nas regras de importação por pessoa física.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo da reunião, foram apresentadas três Resoluções da Diretoria Colegiada (RDCs) relacionadas à produção, à pesquisa científica e às associações de pacientes sem fins lucrativos. Em cumprimento a uma decisão judicial (IAC 16), a agência estabeleceu um novo marco regulatório para o cultivo, permitindo o plantio por empresas para fins medicinais com limite de THC de até 0,3% e por instituições de ensino para pesquisa científica sem limite pré-definido de THC.&nbsp; Além disso, a criação de um Sandbox Regulatório experimental passará a integrar as associações de pacientes ao sistema de vigilância sanitária de forma supervisionada. A Anvisa reforçou que a regulamentação da cannabis no Brasil é restrita exclusivamente ao uso medicinal e segue rigorosamente as normas sanitárias estabelecidas pelo órgão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A primeira RDC trata da produção e prevê a concessão de Autorização Especial (AE) apenas para pessoas jurídicas, com exigências rigorosas de rastreabilidade, segurança e controle do cultivo. Entre as determinações, está o limite de teor de THC, que não pode ultrapassar 0,3%, conforme definido pelo STJ — regra que também se aplica aos produtos importados. O regulamento estabelece ainda que toda a produção deverá passar por análise laboratorial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) será responsável pela regulação dos insumos. Além disso, está prevista a criação de um comitê, supervisionado pela Anvisa, com participação do Mapa, do Ministério da Justiça e do Ministério da Saúde (MS), que atuarão no controle e na segurança da produção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A RDC de Pesquisa define que a Autorização Especial será concedida exclusivamente a instituições de ensino e pesquisa reconhecidas pelo MEC, Instituições Científicas, Tecnológicas e de Inovação (ICTs) públicas, indústrias farmacêuticas e órgãos de defesa do estado. A norma impõe exigências rigorosas de segurança e controle, como inspeção prévia da autoridade sanitária, barreiras físicas, vigilância 24 horas, acesso restrito e controle de entrada e saída.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os produtos resultantes dessas pesquisas não poderão ser comercializados, apenas compartilhados com instituições autorizadas pela Anvisa. Já produtos com teor de THC superior a 0,3% deverão ser obtidos exclusivamente por meio de importação, mediante autorização prévia da Agência e em conformidade com as exigências da Organização das Nações Unidas (ONU).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A terceira RDC cria uma autonomia para associações de pacientes sem fins lucrativos, mas sem autorização para comercialização. O objetivo é analisar a viabilidade sanitária da produção em pequena escala, em oposição ao modelo industrial, com a finalidade de&nbsp; gerar evidências sobre qualidade e segurança para definir futuras decisões regulatórias da Anvisa. A norma prevê chamamento público com número limitado de projetos por ciclo, definidos com base em critérios técnicos e sanitários, bem como a obrigatoriedade de plano de monitoramento, indicadores, controle de qualidade e rastreabilidade dos insumos e produtos até a dispensação aos pacientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Agência, as propostas foram elaboradas com base em amplo rigor científico e participação de outras instituições governamentais. Ao todo, foram realizadas 29 consultas com associações de pacientes e a comunidade científica, analisadas experiências internacionais e avaliados 47 trabalhos científicos de 139 pesquisadores brasileiros, além de debates com os Ministérios da Saúde, da Agricultura e Pecuária, da Justiça e com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na mesma reunião, a Anvisa também aprovou a atualização do marco regulatório para a fabricação e importação de produtos de cannabis para uso medicinal no Brasil, por meio da RDC 327/2019. Atualmente, 49 produtos estão regularizados e disponíveis em farmácias e drogarias. Com a nova norma, esses produtos deverão avançar para etapas de estudos clínicos que comprovem eficácia, visando futura adequação à condição de medicamentos. A resolução também amplia o público elegível ao uso medicinal, incluindo pacientes com doenças debilitantes graves.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra atualização realizada&nbsp; é a ampliação das vias de administração dos produtos à base de cannabis. Além das formas nasal e oral, passam a ser autorizadas as vias dermatológica, sublingual, bucal e inalatória, com base em evidências científicas, o que pode facilitar a adesão ao tratamento, especialmente para pacientes em condições especiais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Instituto Nacional de Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia (INAFF) apoia e incentiva a divulgação de informações qualificadas sobre saúde no Brasil.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>AGU protocola plano para regulamentar acesso a medicamentos provenientes da Cannabis</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/agu-protocola-plano-para-regulamentar-acesso-a-medicamentos-provenientes-da-cannabis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 May 2025 17:34:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#AGU]]></category>
		<category><![CDATA[#anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[#cannabis]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: Freepik]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Na última semana, o Governo Federal, através da Advocacia Geral da União (AGU), protocolou um plano que tem como finalidade a regulamentação e fiscalização de medicamentos derivados da Cannabis. Segundo a Advocacia, mais de 670 mil pessoas no Brasil utilizam medicamentos à base de Cannabis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O plano iniciou seu desenvolvimento, visto a necessidade em cumprir uma decisão expedida pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) em novembro de 2024. A decisão autoriza a importação de sementes e cânhamo para fins medicinais e abrange diversas instituições brasileiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A fim de garantir o acesso a cannabis medicinal para os pacientes, em nota publicada, a AGU afirma que a finalidade do plano é normatizar todas as etapas do processo, desde a produção até a chegada do medicamento ao paciente. Segundo o órgão, a regulamentação deve ser finalizada em setembro deste ano.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dados incluídos na pasta,&nbsp; informam que o Ministério da Saúde atendeu cerca de 820&nbsp; decisões judiciais favoráveis à oferta de produtos à base de cannabis medicinal em 2022, para pacientes que necessitam de tratamento à base da planta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A AGU conta com a colaboração da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Ministério da Saúde, da Justiça e Segurança Pública, da Agricultura e Pecuária, do Desenvolvimento Agrário e da Agricultura Familiar. Desde 2015 a Anvisa autoriza a importação de produtos à base de cannabis, com comprovação mediante prescrição médica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O INAFF apoia e promove a divulgação e disseminação de informações científicas e sobre o acesso à saúde no Brasil.<br></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Senado debate 4 Projetos de Lei para a regulamentação do uso medicinal da Cannabis</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/senado-debate-4-projetos-de-lei-para-a-regulamentacao-do-uso-medicinal-da-cannabis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2025 17:01:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#cannabis]]></category>
		<category><![CDATA[#cannabismedicinal]]></category>
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					<description><![CDATA[Atualmente, quatro projetos de lei abordam o tema.  Atualmente, o Senado Federal possui quatro projetos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, quatro projetos de lei abordam o tema. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, o Senado Federal possui quatro projetos de lei que visam regulamentar o uso medicinal de produtos derivados da cannabis no Brasil. As&nbsp; propostas buscam estabelecer diretrizes claras para o cultivo, produção, prescrição e distribuição de medicamentos à base de cannabis, ampliando o acesso a tratamentos para diversas condições de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Havendo consenso na regulamentação,&nbsp; pessoas com condições como epilepsia refratária, dores crônicas, esclerose múltipla, autismo e outras doenças que já apresentam evidências científicas sobre os benefícios da cannabis medicinal serão beneficiadas.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, as medidas visam reduzir a burocracia para a importação e aquisição desses produtos, tornando-os mais acessíveis à população. Confira abaixo os projetos de lei em tramitação:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>PL 89/2023</strong>, de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS): Institui a Política Nacional de Fornecimento Gratuito de Medicamentos Formulados de Derivado Vegetal à Base de Canabidiol, em associação com outras substâncias canabinoides, incluindo o tetrahidrocanabinol, nas unidades de saúde públicas e privadas conveniadas ao Sistema Único de Saúde – SUS.<br></li>



<li><strong>PL 4.776/2019</strong>, proposto pelo senador Flávio Arns (PSB-PR): Dispõe sobre o uso da planta cannabis para fins medicinais e sobre a produção, controle, fiscalização, prescrição, dispensação e importação simplificada de medicamentos à base de Cannabis, seus derivados e análogos sintéticos. A venda deve ser exclusiva em farmácias e a distribuição gratuita deve ser pelo SUS.<br></li>



<li><strong>PL 5.511/2023</strong>, apresentado pela senadora Mara Gabrilli (PSD-SP): Estabelece normas para o cultivo e importação de cannabis e de produtos à base da planta para fins medicinais, tanto para uso humano quanto veterinário..</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>PL 5.158/2019</strong>, do senador Eduardo Girão (Podemos-CE): Obriga o Sistema Único de Saúde (SUS) a fornecer medicamentos que contenham o canabidiol como único princípio ativo, seguindo as normas do Conselho Federal de Medicina e Anvisa.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O INAFF apoia e promove a disseminação de informações científicas e sobre o acesso à saúde no Brasil.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ministério da Saúde, Secretaria de Saúde e Educação confirmam presença na Abertura do SIMFAR- SUL</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/ministerio-da-saude-secretaria-de-saude-e-educacao-confirmam-presenca-na-abertura-do-simfar-sul/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Nov 2024 21:02:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#anvisa]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante o evento será discutido o “Assistência Farmacêutica e Desastres Ambientais” Porto Alegre será sede [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Durante o evento será discutido o “Assistência Farmacêutica e Desastres Ambientais”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porto Alegre será sede do Simpósio Regional de Assistência Farmacêutica (SIMFAR) da Região Sul nos dias 28 e 29 de novembro. O evento, que reunirá representantes de diversas esferas da saúde pública, terá como tema central “Assistência Farmacêutica e Desastres Ambientais”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Confirmaram presença autoridades do Ministério da Saúde, Secretaria de Saúde e Secretaria de Educação do Rio Grande do Sul, que participarão da abertura oficial. A cerimônia contará com a presença da Dra. Ana Lúcia Costa – secretária adjunta da Secretaria da Saúde do Rio Grande do Sul, Dra. Danusa Santos Cunha – representando a Secretária de Educação do Estado. Também com presença confirmada o diretor do Departamento de Assistência Farmacêutica do Estado, Dr. Alexandre Neves, e da Dra. Simone Amaral, diretora adjunta do mesmo departamento. Na oportunidade também estará o presidente do Instituto Nacional de Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia (INAFF), Lindemberg Assunção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O SIMFAR SUL contará com a participação de representantes do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS), do Conselho de Secretários Municipais de Saúde (COSEMS) e do Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (CONASEMS) e do Conselho Regional de Farmácia do Estado Do Rio Grande do Sul o que fortalece a articulação interinstitucional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o aumento da frequência de desastres ambientais no Brasil, o simpósio discutirá o papel da assistência farmacêutica em situações de emergência, incluindo a logística de distribuição de medicamentos, o acesso contínuo aos tratamentos e o suporte às comunidades afetadas.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cannabis é incluída na Farmacopeia Brasileira para regulamentação de seu uso medicinal</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/cannabis-e-incluida-na-farmacopeia-brasileira-para-regulamentacao-de-seu-uso-medicinal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Nov 2024 16:45:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#anvisa]]></category>
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					<description><![CDATA[ A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) inclui a planta na 7ª edição da Farmacopeia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"> A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) inclui a planta na 7ª edição da Farmacopeia Brasileira.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Farmacopeia Brasileira irá reintegrar a Cannabis sativa, em sua nova edição que será publicada em dezembro de 2024. A planta havia sido removida em 1940. A deliberação foi aprovada pela Anvisa juntamente com a RDC Nº 940 de 14 de novembro de 2024, que aprova a 7ª edição da Farmacopeia Brasileira.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desenvolvida pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) com o apoio de especialistas da Anvisa, tal cooperação pretende assegurar a qualidade dos produtos derivados da planta, sua segurança e eficácia; definindo padrões mínimos para uso da planta fêmea responsável por produzir flores ricas em canabinoides.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Ministério da Saúde, a Farmacopeia Brasileira é o código oficial do farmacêutico no Brasil, responsável em regular os requisitos mínimos de qualidade para medicamentos, insumos farmacêuticos e artigos para saúde.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a Cannabis tenha sido incluída nessa nova edição da Farmacopeia Brasileira, as regras sobre consumo e cultivo não foram modificadas no país. A Anvisa continua a supervisionar a importação de produtos derivados da planta. Há alguns dias, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu coordenar uma ação para regulamentar o plantio da maconha no Brasil, iniciativa que deve começar nos próximos meses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O INAFF apoia e promove a disseminação de informações sobre acesso à saúde no Brasil.<br></p>
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