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	<title>#doençasraras &#8211; INAFF</title>
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	<description>Instituto Nacional de Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia</description>
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	<title>#doençasraras &#8211; INAFF</title>
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		<title>TEA e Doenças Raras ganham atenção especial na Câmara dos Deputados</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/tea-e-doencas-raras-ganham-atencao-especial-na-camara-dos-deputados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Aug 2025 17:21:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#câmaradosdeputados]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: Freepik.]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"> Duas novas subcomissões foram criadas para promoção de debates e planos de ação sobre o tema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No início desta semana, duas novas subcomissões permanentes foram instauradas pela Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados. Uma delas irá tratar sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA) e demais neurodiversidades; a outra, sobre doenças raras, temas que serão abordados separadamente devido à alta complexidade de cada um.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo das subcomissões é envolver parlamentares, o governo federal, entidades da sociedade civil, associações de pacientes e profissionais da saúde, a fim de promover o debate sobre temas como diagnóstico precoce, acesso a terapias e medicamentos, educação inclusiva, empregabilidade e triagem neonatal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto discutido foi a atuação dos planos de saúde, com foco em consultas e terapias para pessoas no espectro autista. A principal preocupação dos deputados é a forma como as operadoras limitam o número de atendimentos oferecidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A deputada Flávia Morais (PDT-GO), que presidiu a sessão, destacou a importância de tratar os dois temas de forma separada, bem como a relevância do diagnóstico precoce e do cuidado psicossocial com as crianças neurodivergentes e suas mães.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Agência Câmara de Notícias, no último ano a Câmara dos Deputados aprovou cinco projetos de lei voltados ao TEA e às doenças raras. Ainda há cerca de 300 proposições aguardando análise pelos parlamentares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O INAFF apoia e promove a divulgação e disseminação de informações sobre acesso à saúde no Brasil.</p>



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		<item>
		<title>Projeto de lei pretende regulamentar o fornecimento de medicamentos não incluídos no SUS</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/projeto-de-lei-pretende-regulamentar-o-fornecimento-de-medicamentos-nao-incluidos-no-sus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2025 14:21:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#doençasraras]]></category>
		<category><![CDATA[#medicamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: Freepik]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>O PL vai ampliar o acesso de medicamentos para pacientes com doenças raras ou crônicas, que utilizam medicamentos de alto custo.<br></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda em análise na Câmara de Deputados, o Projeto de Lei Complementar (PLP) 168/24, visa determinar o acesso a medicamentos e produtos fora da lista do Sistema Único de Saúde (SUS) ou Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename), para pacientes de doenças raras ou crônicas que utilizam medicamentos de alto custo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta é de autoria da Deputada Federal Rosangela Moro (União-SP), ela afirma que o PLP é uma solução viável para o acesso aos medicamentos e resolver a demora de judicialização de medicamentos não incorporados ao SUS. A permissão por via judicial medicamentos ainda não incorporados terá que atender ao seguintes critérios:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>comprovação da necessidade do tratamento por meio de laudo médico, preferencialmente do profissional que assiste o paciente;</li>



<li>inexistência do produto na lista do SUS ou ineficiência do similar fornecido;</li>



<li>comprovação da incapacidade financeira do paciente para adquirir o medicamento.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Após o cumprimento de todos os requisitos, o Poder Judiciário pode encaminhar aos órgãos responsáveis para avaliar a viabilidade de incorporação dos produtos ao SUS. O projeto também estabelece que a responsabilidade pelo fornecimento judicial de medicamentos será solidária entre os governos federal, estaduais e municipais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde 2024, o Supremo Tribunal Federal determinou uma jurisprudência para a concessão judicial de medicamentos não incorporados. Para a aprovação do projeto de lei, o próximo passo é aguardar a análise pela Comissões de Saúde; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), e pelo Plenário. O projeto também deve ser aprovado na Câmara e no Senado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Agência Câmara de Notícias</p>



<p class="wp-block-paragraph">O INAFF apoia e promove a divulgação e disseminação de informações científicas e sobre o acesso à saúde no Brasil.<br></p>
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		<item>
		<title>CNS promoverá 2º Seminário Nacional sobre Doenças Raras</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/cns-promovera-2o-seminario-nacional-sobre-doencas-raras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2025 17:56:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#CNS]]></category>
		<category><![CDATA[#doençasraras]]></category>
		<category><![CDATA[#seminário]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: Freepik.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>O evento acontecerá de forma remota e será transmitido pelo Youtube.<br><br></strong>Nos dias 13 e 14 de maio, acontecerá o 2º Seminário Nacional sobre Doenças Raras, com o tema “Somos Raros, mas Somos Muito”. O evento é promovido pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS), com o objetivo de promover a conscientização sobre as doenças raras e fortalecer a rede de apoio e políticas públicas voltadas para essa população.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de especialistas no assunto, estarão presentes no evento os coordenadores da Ciaspp Sylvia Elizabeth Peixoto, que representa a Retina Brasil no CNS; Derivan Brito da Silva, da Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Coffito); Vita Aguiar de Oliveira, da Associação Superando Lúpus/ Doenças Raras; Rosairlene Serafim, da Abrato Nacional; Alex Gomes Motta, coordenador da Comissão Intersetorial de Vigilância em Saúde (Civs) do CNS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As doenças raras são condições que afetam um pequeno número de pessoas em relação à população geral. No Brasil, uma doença é considerada rara quando atinge até 65 indivíduos a cada 100 mil habitantes. Apesar de sua baixa frequência individual, existem milhares de doenças raras conhecidas, e juntas, elas impactam milhões de pessoas no mundo. Muitas dessas doenças são genéticas, crônicas, progressivas e, em alguns casos, fatais. Por serem pouco conhecidas e estudadas, o diagnóstico costuma ser tardio, o que dificulta o tratamento e o acesso a terapias adequadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira a programação:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Terça-feira (13/05):&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">13h &#8211; Mesa de Abertura</p>



<p class="wp-block-paragraph">14h às 16h30 &#8211; Mesa 01: A importância do mapeamento das doenças genéticas e a genética oftalmológica</p>



<p class="wp-block-paragraph">16h30 às 17h30 &#8211; Mesa 02: Políticas Públicas para Atenção Integral e Multiprofissional às Pessoas com Doenças Raras</p>



<p class="wp-block-paragraph">17h30 às 18h30 &#8211; Mesa 03: Acesso a medicamentos para o Tratamento de Doenças Raras</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quarta-feira, (14/05)</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">9h às 11h &#8211; Mesa 01: O impacto da judicialização no acesso ao tratamento para doenças raras</p>



<p class="wp-block-paragraph">14h às 15h30 &#8211; Mesa 02: Os desafios das doenças raras do sangue: um debate frente às instâncias do SUS</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acompanhe a transmissão: <a href="https://www.youtube.com/@ConselhoNacionaldeSa%C3%BAde">https://www.youtube.com/@ConselhoNacionaldeSa%C3%BAde</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">O INAFF apoia e promove a divulgação e disseminação de informações sobre acesso à saúde no Brasil.</p>
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		<item>
		<title>SUS vai disponibilizar medicamento de alto custo para doença rara</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/sus-vai-disponibilizar-medicamento-de-alto-custo-para-doenca-rara/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Mar 2025 20:25:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#altocusto]]></category>
		<category><![CDATA[#AME]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: Freepik]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>O anúncio foi feito pelo Ministério da Saúde na última semana.</strong><br><br>O Ministério da Saúde anunciou, na última semana, uma estratégia para a compra do medicamento com o princípio ativo onasemnogeno abeparvoveque, indicado para o tratamento da Atrofia Muscular Espinhal (AME) tipo 1, que será disponibilizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O preço médio do medicamento é de R$7 milhões. Foi firmado um Acordo de Compartilhamento de Risco entre a farmacêutica e o Ministério da Saúde, no qual o pagamento será baseado nos resultados do tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pacientes diagnosticados com AME já podem buscar um dos 28 serviços especializados no tratamento da doença, localizados em 18 estados brasileiros, para iniciar o processo de exames preparatórios. Além disso, será criado um comitê para acompanhar permanentemente o tratamento dos pacientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério afirma que este medicamento é a primeira terapia gênica a ser incorporada ao SUS para o tratamento de crianças de até seis anos de idade, que estão submetidas à ventilação mecânica por mais de 16 horas. Segundo o Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o Brasil é um dos poucos países do mundo a oferecer esse tipo de tratamento, o que trará um impacto positivo na vida dos pacientes e suas famílias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A aplicação do medicamento ocorre em uma única dosagem, por meio de infusão, e os casos serão monitorados por um período de cinco anos. O pagamento será feito com base nos resultados observados durante esse período.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Atrofia Muscular Espinhal</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Atrofia Muscular Espinhal (AME) é uma doença genética que afeta os neurônios motores, causando enfraquecimento muscular e perda progressiva dos movimentos. Considerada uma doença rara, a AME, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), foi diagnosticada em 287 das 2,8 milhões de crianças nascidas vivas em 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O INAFF apoia e promove a disseminação de informações científicas e sobre o acesso à saúde no Brasil.</p>
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		<title>Dia Mundial das Doenças Raras é debatido no Congresso Nacional</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/dia-mundial-das-doencas-raras-e-debatido-no-congresso-nacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Mar 2025 13:35:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: Freepik]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Discussões sobre o acesso a tratamentos e políticas públicas marcam sessão solene em homenagem ao Dia Mundial das Doenças Raras. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Nesta última quarta-feira (12) o Congresso Nacional realizou uma sessão solene em homenagem ao Dia Mundial das Doenças Raras, comemorado no dia 28 de fevereiro. O intuito da sessão foi gerar conscientização acerca do tema, incentivar pesquisas e estimular a elaboração de políticas públicas. Estiveram presentes no encontro parlamentares da Câmara de deputados e do Congresso Nacional. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o encontro, a deputada Rosângela Moro (União-SP), uma das requerentes da sessão, informou que quase 95% das pessoas acometidas por doenças raras ainda não têm acesso a tratamentos. Esses tratamentos não existem ou têm um alto custo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme a Resolução ‘Enfrentando os Desafios das Pessoas que Vivem com uma Doença Rara e de suas Famílias&#8217;, adotada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2021, houve campanhas e mobilização de organizações de pacientes mundialmente em apelo a estados e políticos. A&nbsp; senadora Mara Gabrilli (PSD-SP), que participou da sessão em modalidade remota, reiterou a necessidade de ampliação da rede de apoio a pessoas acometidas de doenças raras, em conformidade com a Resolução da ONU e destacou a importância de formar profissionais de saúde especializados no tema.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sandra Marques e Silva, presidente do Grupo de Estudos de Doenças Raras com Acometimento Cardíaco, abordou a ampliação do teste do pezinho, exame de sangue realizado em recém-nascidos para identificar doenças congênitas e metabólicas. A ampliação foi determinada pela Lei nº 14.154, de 26 de maio de 2021, com base em uma proposta aprovada pelo Congresso, que expandiu de 6 para mais de 50 o total de doenças que podem ser detectadas pelo teste do pezinho realizado pelo SUS.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em contrapartida, o deputado Diego Garcia (Republicanos-PR), criticou a demora na implementação da nova lei do teste do pezinho (Lei 14.154, de 2021). Segundo o deputado, quanto mais cedo foi identificado doença rara, maiores são as chances de um tratamento eficaz e há uma demora no processo da execução da lei. Diego Garcia informou que solicitará uma audiência pública com o novo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, para cobrar a implementação da nova lei.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Doenças raras&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Doenças raras representam um conjunto de doenças que afetam um número relativamente pequeno de pessoas quando comparado à doenças mais comuns. O número de doenças raras não é exato, estima-se que são em média 5.000 tipos que podem ser associadas a fatores genéticos, ambientais, infecciosos, imunológicos, entre outros.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a União das Associações das Doenças Raras de Portugal- RD Portugal são aproximadamente 300 milhões de pessoas no mundo com algum tipo de doença rara e a maioria dos casos ocorrem em crianças, entretanto, podem surgir durante a infância ou na idade adulta, impactando vários sistemas do corpo humano e podendo resultar em deficiências e mudanças no desenvolvimento.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O INAFF apoia e promove a disseminação de informações científicas e sobre o acesso à saúde no Brasil.<br></p>



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<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<item>
		<title>Acesso a Medicamentos e Tecnologias para Doenças Raras no SUS é tema de debate </title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/acesso-a-medicamentos-e-tecnologias-para-doencas-raras-no-sus-e-tema-de-debate/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Nov 2024 18:29:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#doençasraras]]></category>
		<category><![CDATA[#medicamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[A reunião objetiva garantir o acesso a diagnósticos e terapias adequadas.Na última terça-feira (12/11), a&#160; [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>A reunião objetiva garantir o acesso a diagnósticos e terapias adequadas.<br></strong><br>Na última terça-feira (12/11), a&nbsp; Subcomissão Permanente de Direitos das Pessoas com Doenças Raras se reuniu para discutir a&nbsp; normatização do acesso dos pacientes a medicamentos, dispositivos médicos e tecnologias no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A regulamentação do acesso a medicamentos, dispositivos médicos e tecnologias para pessoas com doenças raras no SUS é essencial para garantir diagnóstico, tratamento e inclusão desses cidadãos brasileiros. As normas visam assegurar que, mesmo diante dos desafios únicos dessas condições, os pacientes diagnosticados tenham acesso a terapias adequadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2014 foi instituída a <a href="https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2014/prt0199_30_01_2014.html">Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras</a>, que busca garantir que os pacientes tenham acesso a uma rede de cuidados especializada e aos tratamentos disponíveis. Contudo, ainda há desafios a serem enfrentados, como por exemplo a desigualdade em regiões, falta de informação e número reduzido de tecnologias para tratamentos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O debate na subcomissão, que funciona no âmbito da Comissão de Assuntos Sociais (CAS), foi promovido por iniciativa da senadora Mara Gabrilli (PSD-SP).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O INAFF apoia e promove a disseminação de informações sobre acesso à saúde no Brasil.</p>



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