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	<title>#INCA &#8211; INAFF</title>
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	<description>Instituto Nacional de Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia</description>
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	<title>#INCA &#8211; INAFF</title>
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		<title>INAFF participa da 39ª Semana de Farmácia da UFBA</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/inaff-participa-da-39a-semana-de-farmacia-da-ufba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 19:28:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: Sofia Fernandes]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ação com estudantes divulga o Jornal de Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia (JAFF) e reforça a importância da pesquisa científica</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Instituto Nacional de Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia (INAFF) participou, nesta semana, da 39ª Semana de Farmácia (SEFAR) da Universidade Federal da Bahia (UFBA). A participação incluiu uma ação com estudantes voltada à valorização da pesquisa científica e à aproximação dos futuros profissionais com a Assistência Farmacêutica e a Farmacoeconomia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Um dos objetivos da ação foi divulgar o Jornal de Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia (JAFF), ampliando seu alcance entre os estudantes e destacando a importância da divulgação científica para qualificar a prática farmacêutica. A iniciativa buscou estimular o interesse pela pesquisa e reforçar o papel das evidências na organização dos serviços, no uso dos recursos em saúde e no cuidado à população.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A programação da SEFAR contou ainda com a participação do professor Lindemberg Assunção, docente da UFBA, Presidente da Sociedade Brasileira de Farmácia Hospitalar e Serviços de Saúde (SBRAFH) e fundador do INAFF. Ele ministrou a palestra “Farmácia Hospitalar do Futuro: inovação, inteligência e novas fronteiras do cuidado em saúde”, abordando as transformações da área e a relação entre tecnologias, novas práticas e o cotidiano dos hospitais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a participação na SEFAR, o INAFF reafirma seu compromisso com a formação dos futuros farmacêuticos, a valorização da ciência e a integração entre ensino, pesquisa e prática profissional.</p>
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		<title>Pesquisa brasileira avança no desenvolvimento de terapia CAR-T humanizada com potencial para o SUS</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/pesquisa-brasileira-avanca-no-desenvolvimento-de-terapia-car-t-humanizada-com-potencial-para-o-sus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#INCA]]></category>
		<category><![CDATA[#saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: Magnific]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Estudo pré-clínico avalia versões produzidas sem vetores virais, com perspectiva de reduzir custos e contribuir para o acesso futuro à imunoterapia</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pesquisadores do Instituto Nacional de Câncer (INCA), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e da Universidade de Brasília (UnB) desenvolveram duas versões humanizadas da terapia celular CAR-T. Publicado na revista Frontiers in Immunology, o estudo apresentou resultados promissores em laboratório e em modelos animais. A tecnologia ainda depende de investigação clínica para avaliar sua segurança e eficácia em pacientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como funciona a terapia CAR-T?</p>



<p class="wp-block-paragraph">A terapia CAR-T utiliza células T, integrantes do sistema de defesa do próprio paciente. Elas são coletadas e modificadas geneticamente em laboratório para reconhecer um alvo nas células tumorais. Depois, são devolvidas ao organismo para combater o câncer. Terapias direcionadas à proteína CD19 já são utilizadas em determinadas situações de leucemias e linfomas de células B.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na pesquisa brasileira, a humanização modifica a parte do receptor CAR responsável por reconhecer esse alvo, originalmente derivada de um anticorpo de camundongo. O objetivo é torná-la mais semelhante às proteínas humanas e reduzir a possibilidade de o organismo reconhecê-la como estranha, favorecendo a permanência das células CAR-T.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa possível redução da resposta imunológica contra o receptor ainda precisa ser confirmada em pacientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que os resultados demonstraram?</p>



<p class="wp-block-paragraph">As versões H1 e H2 apresentaram atividade contra células tumorais em laboratório. Nos modelos animais de leucemia linfoblástica aguda de células B, a H1 se destacou pelo controle tumoral duradouro e pela sobrevida comparável à obtida com o receptor não humanizado utilizado como referência experimental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A H2 apresentou menor persistência e sinais mais acentuados de esgotamento das células T. Os resultados favorecem a continuidade das pesquisas com a H1, mas não demonstram equivalência clínica com tratamentos comerciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Produção nacional e possibilidade de redução de custos</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro diferencial é a utilização de um sistema não viral para modificar geneticamente as células. Essa estratégia dispensa a produção de vetores virais, uma etapa associada a custos elevados, e integra os esforços de pesquisadores brasileiros para tornar a fabricação de células CAR-T mais acessível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A dimensão econômica é importante para o acesso. Em artigo de divulgação publicado em agosto de 2026, Martín Hernán Bonamino, pesquisador do INCA e um dos autores do estudo, estimou que o tratamento completo com CAR-T no setor privado brasileiro pode variar entre R$ 2 milhões e R$ 2,7 milhões por paciente, considerando o produto e os custos hospitalares. Essa estimativa não corresponde ao custo da tecnologia experimental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que falta para uma eventual oferta no SUS?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os achados apresentados são pré-clínicos e não representam a disponibilização dessas versões para tratamento no SUS. Para uma eventual oferta regular, será necessário avançar nos estudos em seres humanos, cumprir as exigências regulatórias e passar pela avaliação de incorporação ao sistema público. Essa análise considera evidências de segurança, eficácia e efetividade, além dos benefícios e custos em comparação com as alternativas disponíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o INAFF, a pesquisa reforça a importância de investir na ciência brasileira e na capacidade de produção nacional. Transformar esse potencial em acesso exige avaliação de tecnologias em saúde, financiamento sustentável e organização dos serviços. Também requer equipes multiprofissionais qualificadas, incluindo farmacêuticos, para assegurar qualidade, rastreabilidade e acompanhamento do tratamento. A inovação deve caminhar junto com a segurança dos pacientes e a equidade no acesso.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Em 2025, câncer de colo do útero #matou 7.240 mulheres no Brasil</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/em-2025-cancer-de-colo-do-utero-matou-7-240-mulheres-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 17:30:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#câncerdecolodeútero]]></category>
		<category><![CDATA[#HPV]]></category>
		<category><![CDATA[#INCA]]></category>
		<category><![CDATA[#sus]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: Freepik]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Inca prevê 19, 3 mil casos novos por ano até 2028<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo dados preliminares do Ministério da Saúde, o câncer de&nbsp; colo do útero matou 20 mulheres por dia&nbsp; no Brasil em 2025, apesar da existência de estratégias de prevenção e tratamento disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Baseando-se em dados disponibilizados pelo&nbsp; Instituto Nacional de Câncer (Inca) , a estimativa é de 19.300 novos casos para o período de 2026 &#8211; 2028, um aumento de 2.300 novos casos em relação ao triênio anterior. Observando os&nbsp; dados do Inca, a região Norte do país apresenta aproximadamente 22 casos a cada 100 mil&nbsp; mulheres, quase o dobro do Sudeste, que apresenta em torno de 14 casos, o que demonstra realidades regionais diversas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com especialistas, o aumento da mortalidade está principalmente associado ao  diagnóstico tardio, decorrente de falhas no rastreamento da doença . Além disso, o déficit na cobertura vacinal contra o Papilomavírus humano (HPV), a primeira linha de contenção da doença, também representa um fator agravante no número de novos casos a cada ano. Ainda que a vacina contra o HPV esteja disponível nas Unidades básicas de saúde,  barreiras como a desinformação são desafios para imunização  e contenção da doença.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">No que se diz respeito ao rastreamento , o Papanicolau foi o padrão-ouro para detecção de câncer de colo do útero durante décadas no  SUS.  No entanto, além da sensibilidade do exame, que gira em torno de 65%, o mesmo deve ser realizado de forma periódica, o que é uma limitação para a monitorização, rastreamento e detecção da doença. Em 2024 foi aprovada a PortariaSECTICS/MS nº 3, que incorporou os testes moleculares para detecção de HPV oncogênico (DNA-HPV) no âmbito do SUS. A partir disso, o Papanicolau está sendo gradualmente substituído. Essa incorporação traz melhorias significativas para o diagnóstico do câncer de colo do útero, como a possibilidade de autocoleta e o aumento na sensibilidade do exame para quase 100%.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Instituto Nacional de Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia (INAFF) apoia e incentiva a divulgação de informações qualificadas sobre saúde no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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