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	<title>#insulina &#8211; INAFF</title>
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		<title>Ministério da Saúde inicia transição gradual da insulina NPH para a glargina no SUS</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/ministerio-da-saude-inicia-transicao-gradual-da-insulina-nph-para-a-glargina-no-sus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 16:24:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#diabetes]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: Magnific]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Estratégia amplia o acesso à insulina de ação prolongada para crianças, adolescentes e pessoas idosas, com avaliação clínica e acompanhamento das equipes de saúde</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério da Saúde oficializou a estratégia nacional para a transição gradual da insulina humana NPH para a insulina análoga de ação prolongada glargina na Atenção Primária à Saúde do Sistema Único de Saúde (SUS).</p>



<p class="wp-block-paragraph">As orientações estão previstas na Nota Técnica Conjunta nº 169/2026, que estabelece critérios, etapas e cuidados para que a substituição seja realizada de forma segura, com prescrição médica, acompanhamento clínico e monitoramento contínuo pelas equipes de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta primeira etapa, a oferta contempla crianças e adolescentes de 2 a 17 anos com diabetes mellitus tipo 1 e pessoas com 70 anos ou mais com diabetes tipo 1 ou tipo 2. Após avaliação individual e prescrição, o medicamento deverá ser disponibilizado nas Unidades Básicas de Saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A insulina glargina apresenta ação prolongada e, em muitos casos, pode ser administrada uma vez ao dia. Sua incorporação ao cuidado desses pacientes pode contribuir para maior estabilidade dos níveis de glicose, redução do risco de episódios de hipoglicemia e maior facilidade na adesão ao tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mudança, no entanto, não significa que todos os pacientes devam substituir imediatamente a insulina NPH. A escolha do tratamento deve considerar as condições clínicas, a rotina, o histórico de controle glicêmico e as necessidades individuais de cada pessoa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A implantação ocorrerá de maneira progressiva e articulada entre União, estados e municípios, respeitando os fluxos assistenciais locais. Durante o período de adaptação, será fundamental garantir orientação adequada sobre aplicação, armazenamento, ajuste de doses, monitoramento da glicemia e reconhecimento de sinais de hipoglicemia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O olhar do INAFF</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o INAFF, a ampliação do acesso à insulina glargina representa um avanço importante na qualificação do cuidado às pessoas com diabetes no SUS. Entretanto, a efetividade da medida dependerá não apenas da disponibilidade do medicamento, mas também da capacidade dos serviços de saúde de assegurar acompanhamento contínuo, educação em saúde e regularidade no abastecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A transição deve ser conduzida com planejamento e segurança, evitando trocas automáticas, interrupções no tratamento ou mudanças realizadas sem orientação profissional. Também será essencial acompanhar a implementação da estratégia nos diferentes municípios, para que o acesso ocorra de forma equitativa em todo o país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O fortalecimento da assistência farmacêutica passa pela incorporação de novas tecnologias, mas também pela garantia de que cada paciente receba o medicamento adequado, no momento correto e com todas as informações necessárias para utilizá-lo com segurança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atenção: pacientes não devem interromper ou substituir a insulina NPH por conta própria. Qualquer mudança no tratamento deve ser feita após avaliação e orientação de um profissional de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Instituto Nacional de Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia (INAFF) apoia e incentiva a divulgação de informações qualificadas sobre saúde no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<item>
		<title>Primeira Insulina semanal para diabetes tipo 1 e 2 é aprovada pela Anvisa</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/primeira-insulina-semanal-para-diabetes-tipo-1-e-2-e-aprovada-pela-anvisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Mar 2025 18:48:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[#diabetes]]></category>
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					<description><![CDATA[ O novo medicamento diminui reduz o número de aplicações anuais de 365 para 52.  No [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong> O novo medicamento diminui reduz o número de aplicações anuais de 365 para 52. </strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No final da última semana, a Agência Nacional de Vigilância Nacional (Anvisa) aprovou a primeira insulina com periodicidade semanal no mundo, para tratamento de diabetes tipo 1 e 2. Embora aprovado, o medicamento ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O fabricante do produto informou que a aprovação do medicamento se deu através dos ensaios clínicos Onwards, que demonstrou êxito no controle da glicose de pacientes com diabetes tipo 1, com resultados comparáveis aos pacientes que usam a insulina basal de aplicação diária. Conforme os estudos, a insulina icodeca também demonstrou eficácia no controle glicêmico, com resultados semelhantes a insulinas basais em pacientes com diabetes tipo 2.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda segundo os estudos, os pacientes que usaram a insulina não demonstraram aumento de eventos adversos, como a hipoglicemia. Além disso, o medicamento proporciona uma melhor qualidade de vida ao paciente, já que, em vez de 365 aplicações por ano, a nova insulina reduz para 52 aplicações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova insulina semanal para adultos com diabetes tipo 1 e 2 já foi aprovada em outros países além do Brasil, como Austrália, Suíça, Alemanha, Japão e Canadá, pela Agência Europeia de Medicamentos (EMA), além da China, que disponibiliza o tratamento para pacientes adultos com diabetes tipo 2.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O INAFF apoia e promove a disseminação de informações científicas e sobre o acesso à saúde no Brasil.</p>
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		<item>
		<title>CONITEC amplia o acesso de insulinas análogas para pacientes com diabetes Tipo 2</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/conitec-amplia-o-acesso-de-insulinas-analogas-para-pacientes-com-diabetes-tipo-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Dec 2024 17:33:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#conitec]]></category>
		<category><![CDATA[#diabetes]]></category>
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					<description><![CDATA[ As insulinas análogas estavam disponíveis no SUS apenas para pacientes com diabetes tipo 1. A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"> As insulinas análogas estavam disponíveis no SUS apenas para pacientes com diabetes tipo 1.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Conitec recomendou a ampliação do uso das insulinas análogas de ação rápida e prolongada para pacientes com diabetes mellitus tipo 2. Isso ocorreu através da publicacão de duas portarias na última quinta feira (28) no Diário Oficial da União, as SECTICS/MS nº 58 e nº 59, que aprovam a incorporação respectivamente de análogos de insulina de ação rápida, Lispro, Aspart e Glulisina, e análogos de insulina de ação prolongada, Glargina, Detemir e Degludeca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ampliação do uso tem o objetivo de evitar o desabastecimento e ampliar as opções de tratamento do diabético. Vale ressaltar, que o abastecimento de insulina representa um problema em todo o mundo porque este produto tá na lista de medicamentos em escassez.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com essa medida, o SUS dá um passo importante na expansão do acesso a tratamentos modernos, garantindo um cuidado mais abrangente e fortalecendo a resposta ao diabetes em todo o país.</p>
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