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	<title>#medicamentos &#8211; INAFF</title>
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	<description>Instituto Nacional de Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia</description>
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	<title>#medicamentos &#8211; INAFF</title>
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	<item>
		<title>Ministério da Saúde oferta novos medicamentos oncológicos no SUS</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/ministerio-da-saude-oferta-novos-medicamentos-oncologicos-no-sus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Oct 2026 13:55:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[#ONCOLOGIA]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: Magnific]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Primeira etapa contempla nove medicamentos para 13 indicações terapêuticas, com previsão de beneficiar mais de 116 mil pacientes</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta semana, o Ministério da Saúde anunciou o início da oferta de nove medicamentos oncológicos de alta tecnologia, com o intuito de ampliar o tratamento do câncer no Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo a pasta, a iniciativa contempla 13 indicações terapêuticas e deve beneficiar mais de 116 mil pacientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste primeiro momento, a disponibilização será realizada em 20 centros de tratamento distribuídos nas cinco regiões do Brasil. O Ceará está entre os estados contemplados. A previsão do governo é ampliar a oferta para os demais centros do país até dezembro deste ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o Ministério da Saúde, os tratamentos podem ampliar a sobrevida e melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Em algumas indicações, também são utilizados após a cirurgia para reduzir o risco de retorno da doença. A iniciativa integra a estratégia da pasta para ampliar o acesso ao tratamento oncológico no SUS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até o fim deste ano, a previsão é disponibilizar 23 novos medicamentos contra o câncer, com impacto financeiro estimado em R$4 bilhões por ano para o conjunto dos tratamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<item>
		<title>Ministério da Saude e Ministério da Educação debatem diretrizes curriculares para residências em Farmácia durante o III FIFAR</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/ministerio-da-saude-e-ministerio-da-educacao-debatem-diretrizes-curriculares-para-residencias-em-farmacia-durante-o-iii-fifar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 19:58:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#FIFAR]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: Vitória Calmon]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Encontro integra a construção das matrizes de competências em Farmácia Clínica e Hospitalar, com participação de especialistas e fundamentação na literatura científica</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o III Fórum Internacional de Farmácia Clínica e Hospitalar (FIFAR), realizado em Salvador na última semana, uma reunião técnica reuniu representantes de instituições e entidades da área para avançar na elaboração das Matrizes de Competências para os Programas de Residência em Farmácia Clínica e Farmácia Hospitalar. Participaram professores e coordenadores de programas de residências, residentes e egressos. A iniciativa busca qualificar a formação e estabelecer uma base curricular mínima comum para os programas de residência dessas áreas em todo o país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O processo é conduzido pelo Ministério da Saúde (MS) e pelo Ministério da Educação (MEC), em articulação com entidades representativas da categoria. Participam a Sociedade Brasileira de Farmácia Hospitalar e Serviços de Saúde (SBRAFH), o Instituto Nacional de Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia (INAFF), a Sociedade Brasileira de Farmácia Clínica (SBFC), o Instituto para Práticas Seguras no Uso de Medicamentos (ISMP Brasil) e o Conselho Federal de Farmácia (CFF).</p>



<p class="wp-block-paragraph">As matrizes estabelecem as competências mínimas que deverão ser desenvolvidas pelos residentes ao longo da formação. Após a conclusão e a aprovação oficial do documento, os programas deverão adequar seus processos formativos para contemplar essas competências, garantindo uma base comum aos profissionais formados nas diferentes regiões do Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa padronização respeita as diversidades regionais e permite que os programas incorporem competências adicionais, de acordo com as necessidades dos serviços e das populações atendidas. Dessa forma, o padrão nacional estabelece uma referência mínima para a formação, preservando a possibilidade de adaptação às realidades locais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para assegurar o rigor técnico e a transparência, a metodologia adotada baseia-se em uma adaptação da técnica Delphi, utilizada para alcançar consenso entre especialistas. O objetivo é fundamentar a construção das referências mais atuais da literatura científica e garantir um processo amplamente democrático, integrando especialistas e pesquisadores da área na elaboração e na validação das propostas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Farmácia está entre as áreas pioneiras nesse movimento de construção das matrizes, que também contempla outras especialidades da formação em saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após a finalização das etapas de elaboração e validação participativa, o produto técnico será submetido à apreciação e à aprovação oficial da Comissão Nacional de Residência Multiprofissional em Saúde (CNRMS).</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Anvisa aprova nova indicação de tratamento para lúpus</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/anvisa-aprova-nova-indicacao-de-tratamento-para-lupus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 19:55:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#lúpus]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: Magnific]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Obinutuzumabe passa a ser indicado para adultos com lúpus eritematoso sistêmico ativo moderado a grave, positivos para autoanticorpos e em uso de tratamento padrão</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, nesta terça-feira (13), uma nova indicação terapêutica para obinutuzumabe. O medicamento passa a ser indicado para o tratamento de pacientes adultos com lúpus eritematoso sistêmico (LES) ativo moderado a grave, positivos para autoanticorpos e em uso de tratamento padrão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O obinutuzumabe é um anticorpo monoclonal humanizado anti-CD20 do tipo II. Sua ação promove a eliminação prolongada de linfócitos B, células do sistema imunológico que desempenham papel importante na fisiopatologia do lúpus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O lúpus eritematoso sistêmico é uma doença autoimune, crônica e potencialmente grave. Na doença, o sistema imunológico passa a produzir autoanticorpos que podem provocar processos inflamatórios e atingir diferentes órgãos e sistemas. Entre as áreas que podem ser afetadas estão pele, articulações, rins, sistema sanguíneo e sistema nervoso central.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além dos impactos clínicos, o LES pode comprometer significativamente a qualidade de vida e, ao longo do tempo, causar danos cumulativos aos órgãos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Anvisa, os benefícios demonstrados para a nova indicação do medicamento incluem redução da atividade da doença, menor ocorrência de exacerbações e redução sustentada da exposição a corticosteroides. Esse último aspecto é especialmente relevante porque o uso prolongado desses medicamentos pode estar associado a efeitos adversos importantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ampliação das opções terapêuticas representa um avanço importante para pacientes que permanecem com a doença ativa mesmo com os tratamentos disponíveis. Entretanto, a aprovação de uma indicação pela Anvisa não significa sua disponibilização automática no Sistema Único de Saúde (SUS).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para que uma tecnologia seja ofertada pelo SUS, é necessário um processo específico de avaliação para incorporação, que considera evidências de eficácia, segurança e efetividade, além de aspectos econômicos e de impacto para o sistema de saúde. A Conitec participa desse processo assessorando o Ministério da Saúde na decisão sobre a incorporação.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Anvisa aprova novo medicamento para tratamento do câncer de mama</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/anvisa-aprova-novo-medicamento-para-tratamento-do-cancer-de-mama/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Sep 2026 19:26:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#câncerdemama]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: Magnific]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Camizestranto é indicado para adultos com câncer de mama localmente avançado ou metastático e mutação no gene ESR1</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro do camizestranto, novo medicamento para o tratamento de pacientes adultos com câncer de mama localmente avançado ou metastático. A indicação contempla tumores com receptor hormonal positivo (RH+) e HER2 negativo, em combinação com um inibidor de CDK4/6.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O tratamento é destinado a pacientes nos quais tenha sido detectado o surgimento da mutação ESR1 durante a terapia de primeira linha com tratamento endócrino combinado a um inibidor de CDK4/6 por pelo menos seis meses e que ainda não apresentem sinais de progressão radiológica ou clínica da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos diferenciais da nova estratégia é justamente a possibilidade de mudança do tratamento após a identificação da mutação ESR1 e antes da progressão clínica ou radiológica do câncer. Nesse contexto, o camizestranto substitui o inibidor de aromatase, enquanto o tratamento com o inibidor de CDK4/6 é mantido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O gene ESR1 é responsável pela produção do receptor de estrogênio. Algumas mutações nesse gene podem manter o receptor ativo mesmo com baixos níveis de estrogênio, favorecendo o crescimento tumoral e contribuindo para o desenvolvimento de resistência à terapia endócrina, especialmente aos inibidores de aromatase.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O camizestranto é um degradador seletivo do receptor de estrogênio (SERD) de nova geração e atua como antagonista desse receptor. Seu mecanismo de ação envolve bloquear e promover a degradação dos receptores de estrogênio presentes nas células tumorais, contribuindo para reduzir o crescimento dos tumores dependentes desse hormônio, inclusive na presença da mutação ESR1.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A aprovação amplia as possibilidades de tratamento direcionado para um grupo específico de pacientes com câncer de mama. Segundo a estimativa mais recente do Instituto Nacional de Câncer (INCA), são esperados 78.610 novos casos de câncer de mama feminina por ano no Brasil entre 2026 e 2028.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar do registro concedido pela Anvisa, isso não significa que o medicamento esteja imediatamente disponível no mercado ou no Sistema Único de Saúde (SUS). A comercialização depende da definição do preço máximo pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) e da decisão da empresa detentora do registro. Para eventual disponibilização no SUS, o medicamento deverá passar pelo processo de avaliação conduzido pela Conitec.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Anvisa atualiza orientações sobre uso seguro de fitoterápicos e plantas medicinais</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/anvisa-atualiza-orientacoes-sobre-uso-seguro-de-fitoterapicos-e-plantas-medicinais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 19:09:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: Magnific]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cartilha e folder acompanham o novo marco regulatório dos fitoterápicos industrializados e reforçam cuidados para o uso adequado desses produtos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) atualizou dois materiais educativos sobre plantas medicinais e fitoterápicos: uma cartilha com orientações detalhadas e um folder voltado à consulta rápida. O objetivo é ampliar o acesso da população a informações sobre identificação, preparo e uso adequado desses produtos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os materiais explicam as diferenças entre plantas medicinais, medicamentos fitoterápicos e outras categorias de produtos de origem natural, como suplementos, vitaminas e medicamentos homeopáticos. Também orientam sobre como identificar produtos regularizados e alertam para os riscos de produtos irregulares, que podem conter substâncias tóxicas ou apresentar problemas de qualidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Atualização acompanha novo marco regulatório</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A revisão dos materiais ocorre após a publicação, em dezembro de 2025, do novo marco regulatório dos medicamentos fitoterápicos no Brasil, com destaque para a RDC nº 1.004/2025. A norma atualizou e simplificou os processos de registro e notificação desses medicamentos, buscando dar mais previsibilidade à regularização e ampliar as possibilidades de desenvolvimento de produtos a partir da biodiversidade brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em fevereiro de 2026, a Anvisa também publicou novos documentos técnicos para o registro simplificado de fitoterápicos, incluindo monografias e relatórios de avaliação com informações padronizadas sobre determinados insumos ativos vegetais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Uso de plantas medicinais ainda exige cuidado</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O fato de um produto ter origem natural não significa que ele seja automaticamente seguro. Plantas medicinais e fitoterápicos podem apresentar contraindicações, provocar efeitos adversos e interagir com outros medicamentos. A identificação incorreta da planta, o uso de partes inadequadas, erros no preparo e a aquisição de produtos irregulares também podem aumentar os riscos. Por isso, é importante seguir as orientações de uso e informar aos profissionais de saúde sobre todos os medicamentos, fitoterápicos, suplementos e plantas medicinais utilizados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O uso no Brasil</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um estudo publicado em 2023 na Revista Fitos, com base em dados da Pesquisa Nacional de Saúde de 2019, identificou prevalência de 2,6% no uso de plantas medicinais e fitoterapia nos 12 meses anteriores à pesquisa.O uso foi mais frequente na região Norte, entre mulheres, pessoas com 60 anos ou mais e indivíduos com doenças crônicas. Os dados reforçam a importância de ampliar a oferta de informação confiável sobre essas práticas, especialmente diante da presença de plantas medicinais e fitoterápicos no cotidiano de parte da população brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Informação também é parte do uso seguro</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O uso racional não depende apenas da disponibilidade de um produto. Também exige que o paciente saiba o que está utilizando, para qual finalidade, em qual dose e por quanto tempo, além de conhecer possíveis riscos e interações. Natural não é sinônimo de inofensivo. Informação, regularização e orientação profissional são fundamentais para transformar o acesso em cuidado seguro. A cartilha e o folder atualizados estão disponíveis no portal da Anvisa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acesse o material através deste link: <a href="https://drive.google.com/drive/u/0/folders/163gjC02AGFwW_3OxF29uDQTEyeQnjJoq">https://drive.google.com/drive/u/0/folders/163gjC02AGFwW_3OxF29uDQTEyeQnjJoq</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Anvisa determinou a apreensão de medicamentos falsificados</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/anvisa-determinou-a-apreensao-de-medicamentos-falsificados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 18:19:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#anvisa]]></category>
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		<guid isPermaLink="false">https://www.inaff.org.br/?p=6175</guid>

					<description><![CDATA[Foto: Magnific]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Medidas atingiram lote falsificado de medicamento para câncer de mama e toxina botulínica</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na última segunda (21), a Anvisa determinou a apreensão do lote B5011B05, com data de fabricação de junho de 2025 do medicamento Phesgo, utilizado no tratamento do câncer de mama. A determinação foi possível, após a fabricante dos produtos identificar no mercado unidades com características diferentes do produto original.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também foi determinada a apreensão e proibição de venda de lotes falsificados do medicamento Dysport, utilizado em tratamentos terapêuticos e estéticos de toxina botulínica A. A fabricante informou que não reconhece os lotes: P08191 (04/2029); P08192 (05/2029) e P22368 (02/2029).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além das falsificações, a Agência determinou a suspensão da divulgação de medicamentos manipulados comercializados pela Queen Pharma Aesthetic e pela Farmácia Malheiro. Entre os produtos anunciados estavam formulações com indicação para emagrecimento, redução de gordura localizada, saúde capilar, tratamento de melasma e procedimentos estéticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Farmacêuticos e demais profissionais devem verificar informações como nome do produto, fabricante, lote e demais características da embalagem antes da dispensação ou utilização, além de comunicar suspeitas de irregularidades aos órgãos de vigilância sanitária.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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