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	<title>#ministériodasaúde &#8211; INAFF</title>
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	<description>Instituto Nacional de Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia</description>
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		<title>Bahia recebe mais de 30 mil tubetes de insulina glargina para ampliar o tratamento do diabetes no SUS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 13:33:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Foto: CHATGPT]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Medicamento de ação prolongada será distribuído gradualmente na rede pública, beneficiando crianças, adolescentes e idosos com diabetes e fortalecendo o acesso ao tratamento no estado</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério da Saúde publicou, nesta quinta-feira (23), a <strong>Portaria GM/MS nº 12.011</strong>, que institui o <strong>Comitê de Negociação de Preços e Condições Econômicas de </strong>A Bahia começou a receber a insulina glargina para distribuição na rede pública de saúde, acompanhando a ampliação da oferta do medicamento pelo Ministério da Saúde para pacientes atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Nesta primeira remessa, foram entregues <strong>30.854 tubetes de insulina glargina</strong> e <strong>8.126 canetas reutilizáveis</strong>, marcando o início da substituição gradual da insulina NPH pela glargina nos pacientes elegíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A distribuição faz parte de uma estratégia nacional para ampliar o acesso ao tratamento do diabetes. Além da Bahia, os demais estados também estão recebendo o medicamento. Ao todo, o Ministério da Saúde está distribuindo cerca de <strong>383 mil tubetes de insulina glargina</strong> em todo o país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A insulina glargina será destinada a <strong>crianças e adolescentes de 2 a 18 anos incompletos com diabetes mellitus tipo 1</strong>, bem como a <strong>pessoas com 70 anos ou mais diagnosticadas com diabetes tipo 1 ou tipo 2</strong>, conforme os critérios estabelecidos pelo Ministério da Saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Considerada um análogo de insulina de ação prolongada, a glargina proporciona maior estabilidade no controle glicêmico e pode representar ganhos importantes para os pacientes. Na maioria dos casos, o medicamento permite apenas uma aplicação diária, reduzindo a necessidade de múltiplas aplicações ao longo do dia e diminuindo o risco de episódios de hipoglicemia, além de favorecer maior adesão ao tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Ministério da Saúde, a previsão é de que todos os estados recebam os insumos até o final de julho. O abastecimento é resultado da <strong>Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP)</strong>, estratégia que busca fortalecer a produção nacional de medicamentos considerados estratégicos para o SUS, contribuindo para maior segurança no fornecimento e sustentabilidade da assistência farmacêutica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ter acesso à insulina glargina, o paciente — ou seus pais, responsáveis ou cuidadores — deve procurar a <strong>Unidade Básica de Saúde (UBS)</strong> mais próxima, portando a receita médica devidamente emitida e carimbada. Na unidade, a equipe multiprofissional realizará a avaliação clínica para verificar se o paciente atende aos critérios para utilização do medicamento e fornecerá orientações sobre o uso, a técnica de aplicação e o armazenamento adequado. Os pacientes elegíveis também receberão uma <strong>caneta reutilizável</strong>, com validade de até três anos, além das agulhas necessárias para o tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A substituição da insulina NPH pela glargina será realizada de forma gradual</strong>, conforme o cronograma de implantação do Ministério da Saúde e <strong>a disponibilidade dos estoques nas unidades de saúde</strong>. Assim, mesmo entre os pacientes que atendem aos critérios de elegibilidade, a transição poderá ocorrer em momentos diferentes, à medida que o abastecimento for sendo ampliado nos municípios e a rede pública concluir a implantação da nova tecnologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa representa mais um avanço na ampliação do acesso a tecnologias em saúde no SUS, contribuindo para um tratamento mais seguro, eficaz e alinhado às necessidades das pessoas que vivem com diabetes, ao mesmo tempo em que fortalece a assistência farmacêutica e a sustentabilidade do sistema público de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<item>
		<title>Ministério da Saúde lança painel inédito para monitorar o uso de medicamentos especializados no SUS</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/ministerio-da-saude-lanca-painel-inedito-para-monitorar-o-uso-de-medicamentos-especializados-no-sus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 13:28:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: ChatGPT]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Alimentada por dados de mundo real, a plataforma Sabeis transforma registros assistenciais em evidências para apoiar a gestão e a avaliação de tecnologias em saúde</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério da Saúde lançou a <strong>Sala Aberta de Situação em Saúde (Sabeis)</strong>, uma plataforma inédita voltada ao monitoramento do uso dos medicamentos do <strong>Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (CEAF)</strong> no Sistema Único de Saúde (SUS). A ferramenta foi apresentada durante a quarta edição do <strong>WebRebrats 2026</strong>, realizada no dia 26 de junho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desenvolvida pela <strong>Coordenação de Monitoramento de Tecnologias em Saúde (CMTS/DGITS/SCTIE)</strong>, a plataforma utiliza dados abertos e anonimizados do <strong>Sistema de Informações Ambulatoriais do SUS (SIA/SUS)</strong> para gerar informações sobre o perfil dos usuários dos medicamentos especializados e sua utilização na prática clínica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os dados disponíveis estão informações sobre <strong>idade, sexo, raça/cor, distribuição geográfica e perfil dos pacientes</strong>, permitindo análises mais detalhadas sobre o uso dessas tecnologias no sistema público de saúde.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Dados do mundo real para qualificar decisões</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O lançamento da Sabeis representa um avanço na utilização de <strong>dados do mundo real (Real-World Data – RWD)</strong> para subsidiar o acompanhamento das tecnologias em saúde após sua incorporação ao SUS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a incorporação de medicamentos seja baseada em evidências provenientes de estudos clínicos, compreender como essas tecnologias se comportam na prática assistencial é fundamental para avaliar sua efetividade, segurança, utilização e impacto sobre os serviços de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Historicamente, esse monitoramento sempre representou um desafio para a gestão pública devido à dispersão dos dados e à dificuldade de acesso às informações. Com a nova plataforma, o Ministério da Saúde amplia a transparência e facilita o acesso a informações que podem apoiar pesquisadores, gestores e profissionais na avaliação do desempenho das tecnologias já incorporadas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um novo instrumento para a gestão do SUS</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Ao reunir informações em um painel interativo, a Sabeis permite acompanhar padrões de utilização dos medicamentos do CEAF, identificar tendências e produzir evidências que podem subsidiar revisões de protocolos clínicos, avaliações econômicas e decisões relacionadas às políticas públicas de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa fortalece uma tendência crescente na Avaliação de Tecnologias em Saúde (ATS): o uso de evidências provenientes da prática assistencial para complementar os dados obtidos em ensaios clínicos e apoiar decisões mais alinhadas à realidade do sistema de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O monitoramento das tecnologias em saúde após sua incorporação é uma etapa essencial para compreender como medicamentos e outras intervenções são utilizados na prática e quais resultados produzem para pacientes e para o sistema de saúde. Ao divulgar iniciativas como a Sabeis, o INAFF busca ampliar o debate sobre o uso de dados do mundo real, avaliação contínua de tecnologias e qualificação das políticas públicas, contribuindo para a disseminação de informações técnicas que fortaleçam a assistência farmacêutica e o SUS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Instituto Nacional de Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia (INAFF) apoia e incentiva a divulgação de informações qualificadas sobre saúde no Brasil.</p>
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		<item>
		<title>Ministério da Saúde visita o stand do INAFF e articula parcerias institucionais no Congresso do CONASEMS</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/ministerio-da-saude-visita-o-stand-do-inaff-e-articula-parcerias-institucionais-no-congresso-do-conasems/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 16:34:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#COSEMS-ES]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: INAFF]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Diálogo institucional fortalece conexões e abre novas oportunidades de cooperação em favor da assistência farmacêutica e do SUS</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Marcando presença no XXXIX Congresso do Conasems, o Instituto Nacional de Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia (INAFF) recebeu, em seu stand, a visita do ministro da Saúde em exercício e secretário-executivo do Ministério da Saúde, Dr. Adriano Massuda, além de Michel Barth, Presidente do COSEMS-ES e Edvaldo Farias, Presidente do COSEMS-MG.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O encontro foi articulado pelo fundador do INAFF, Prof. Lindemberg Assunção, atual presidente da Sociedade Brasileira de Farmácia Hospitalar e Serviços de Saúde (SBRAFH). Na ocasião, foi estabelecido um importante diálogo institucional entre o Ministério da Saúde, o COSEMS Bahia, o COSEMS Espírito Santo, a SBRAFH e o INAFF, abrindo caminhos para novas oportunidades de cooperação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A qualificação e o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) também são resultados da aproximação entre gestores públicos, instituições científicas e entidades profissionais, unindo experiências, conhecimentos e ideias em favor da saúde pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Instituto Nacional de Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia (INAFF) apoia e incentiva a divulgação de informações qualificadas sobre saúde no Brasil.</p>
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		<item>
		<title>Ministério da Saúde publica diretriz de avaliação econômica em saúde</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/ministerio-da-saude-publica-diretriz-de-avaliacao-economica-em-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 17:55:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#avaliaçãoeconômicaemsaúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: Freepik]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"> Edição atual da Diretriz Metodológica de Avaliação Econômica em Saúde está disponível<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério da Saúde publicou a 3ª edição das Diretrizes Metodológicas de Avaliação Econômica em Saúde, elaborada conjuntamente pelo Ministério da Saúde e pelo Hospital Moinhos de Vento (HMV). O documento serve como um guia para o delineamento metodológico de avaliações econômicas que vão subsidiar a tomada de decisão sobre a incorporação de tecnologias no Sistema Único de Saúde (SUS).<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">A atualização foi motivada por avanços metodológicos e mudanças institucionais significativas ocorridas desde a edição anterior. Entre as principais mudanças estão a reorganização da Conitec em 2022,que passou a contar com três comitês temáticos e a obrigatoriedade legal de adotar parâmetros de custo-efetividade nas decisões de incorporação tecnológica no SUS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A edição detalha formalmente o uso de Limiares de Custo-Efetividade (LCE). O documento também prevê o uso de modificadores, permitindo que o limiar seja de até três vezes o valor de referência para situações excepcionais, como doenças raras ou pediátricas graves.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova diretriz aprofunda a análise de vacinas e dispositivos médicos, reforçando as complexidades particulares dessas tecnologias, como a imunidade de rebanho e o custo total de propriedade. Além disso, o texto aborda tópicos metodológicos avançados, como a Análise de Sobrevida Particionada e enfatiza princípios de ciência aberta, transparência e a importância da validação rigorosa dos modelos.<br><br>Acesse a diretriz completa aqui: https://rebrats.saude.gov.br/institucional/2014-05-20-17-24-24</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Instituto Nacional de Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia (INAFF) apoia e incentiva a divulgação de informações qualificadas sobre saúde no Brasil.</p>
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