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	<title>#pesquisa &#8211; INAFF</title>
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	<description>Instituto Nacional de Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia</description>
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	<title>#pesquisa &#8211; INAFF</title>
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		<title>Estudo internacional testa tratamento injetável para HIV com aplicações a cada quatro meses</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/estudo-internacional-testa-tratamento-injetavel-para-hiv-com-aplicacoes-a-cada-quatro-meses/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 19:30:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#CUATRO]]></category>
		<category><![CDATA[#HIV]]></category>
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		<category><![CDATA[#saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: Magnific]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O objetivo é reduzir a frequência das doses, considerando que, para algumas pessoas que vivem com HIV, manter uma rotina diária de medicamentos pode ser um desafio</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma pesquisa internacional intitulada CUATRO, com participação de voluntários brasileiros, investiga uma nova possibilidade de tratamento para pessoas que vivem com o vírus da imunodeficiência humana (HIV). O estudo avalia uma combinação dos antirretrovirais injetáveis cabotegravir e rilpivirina, com formulações de ação ultralonga que poderão ser administradas a cada quatro meses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na fase 3, a pesquisa vai avaliar a eficácia e a segurança do tratamento em um grupo maior de participantes, produzindo evidências que poderão subsidiar uma futura avaliação dos órgãos reguladores. Serão incluídos aproximadamente 564 voluntários de diferentes países, com acompanhamento previsto até 2029.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, um dos centros envolvidos é o Centro de Referência e Treinamento em DST/Aids de São Paulo. Ao todo, o país conta com 65 participantes incluídos no estudo e outros cinco em processo de triagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo é reduzir a frequência das doses, considerando que, para algumas pessoas que vivem com HIV, manter uma rotina diária de medicamentos pode ser um desafio, inclusive devido ao estigma associado à doença. O tratamento injetável de longa duração também poderá representar uma alternativa para determinados pacientes com dificuldades no tratamento oral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa CUATRO não representa a cura do HIV, mas busca avaliar uma nova forma de manter o vírus sob controle com aplicações menos frequentes. Isso também não significa que o esquema de quatro meses já esteja disponível para uso rotineiro no Brasil, uma vez que sua eficácia e segurança ainda estão sendo investigadas.</p>
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		<title>Edição especial do JAFF publica os anais do congresso da AFARGS</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/edicao-especial-do-jaff-publica-os-anais-do-congresso-da-afargs/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 18:46:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#AFARGS]]></category>
		<category><![CDATA[#AssistênciaFarmacêutica]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: Magnific]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong> </strong>Confira o nosso site: jaff.org.br</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>Instituto Nacional de Acesso à Farmacoterapia (INAFF)</strong> e a <strong>Associação dos Farmacêuticos do Rio Grande do Sul (AFARGS)</strong> firmaram uma parceria para a publicação dos <strong>Anais do Congresso Científico AFARGS 2025</strong> no <strong>Jornal de Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia (JAFF)</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Realizado entre os dias <strong>20 e 22 de agosto de 2025</strong>, em Bento Gonçalves (RS), o congresso reuniu pesquisadores, farmacêuticos e estudantes para debater o tema <strong>&#8220;Pessoas no centro, ciência na base, inovação que transforma&#8221;</strong>, promovendo a troca de conhecimentos em Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A publicação dos anais amplia a visibilidade dos trabalhos apresentados, preserva o conhecimento produzido durante o evento e favorece sua disseminação para pesquisadores, profissionais e gestores da saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A publicação dos Anais da AFARGS no JAFF fortalece o papel do periódico como um veículo de referência para a divulgação da produção científica nas áreas de Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia. Com recente indexação no DOAJ, LATINDEX e LILACS, o jornal amplia a visibilidade e o alcance das pesquisas publicadas, ao mesmo tempo em que avança em seu processo de qualificação para futuras indexações, ampliando sua inserção no cenário científico nacional e internacional.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f91d.png" alt="🤝" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Para o INAFF</strong>, promover a divulgação científica é fortalecer a assistência farmacêutica e a produção de conhecimento em saúde. Parcerias como essa contribuem para ampliar o alcance das pesquisas desenvolvidas no Brasil, incentivar a colaboração entre pesquisadores e aproximar as evidências científicas da prática profissional e da tomada de decisão em saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Instituto Nacional de Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia (INAFF) apoia e incentiva a divulgação de informações qualificadas sobre saúde no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<item>
		<title>Nova plataforma busca ampliar o acesso a medicamentos com custo elevado</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/nova-plataforma-busca-ampliar-o-acesso-a-medicamentos-com-custo-elevado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Aug 2025 13:08:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#antibióticos]]></category>
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		<category><![CDATA[#resistênciaantimicrobiana]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: Freepik.]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Plataforma CURA pretende ampliar o acesso a remédios com custo elevado, integrando dados, reduzindo a burocracia e garantindo mais transparência na distribuição pública.<br></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na última semana a Câmara dos deputados anunciou o Projeto de Lei 1613/2022, que propõe a criação de uma plataforma responsável pela promoção e efetivação de direitos de pacientes que necessitem de acesso a medicamentos com custo elevado pelos cidadãos. A plataforma é intitulada de “plataforma CURA”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns dos objetivos da plataforma são: informar a população sobre os direitos relacionados ao acesso a medicamentos com custo elevado; garantir que todos tenham acesso a informações e serviços ligados à distribuição pública desses medicamentos; oferecer dados atualizados sobre o estoque das farmácias, permitindo que o cidadão encontre o ponto mais próximo com o remédio disponível; permitir o cadastramento dos cidadãos que se enquadram no grupo beneficiado pela plataforma Cura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fica a cargo do Poder Executivo editar os regulamentos necessários para colocar a lei em prática, caso ela seja aprovada. As despesas relacionadas à implementação da norma serão custeadas pelas dotações orçamentárias específicas, podendo ser suplementadas, se necessário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta tramita em caráter conclusivo e será avaliada pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">O INAFF apoia e promove a divulgação e disseminação de informações sobre acesso à saúde no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Uso excessivo de antibióticos no Brasil acende alerta para resistência antimicrobiana</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/uso-excessivo-de-antibioticos-no-brasil-acende-alerta-para-resistencia-antimicrobiana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jul 2025 19:31:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#antibióticos]]></category>
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		<category><![CDATA[#resistênciaantimicrobiana]]></category>
		<category><![CDATA[#SNGPC]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: Freepik.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Pesquisa aponta que o Brasil dispensou mais de 4,5 milhões de antibióticos em sete anos. <br></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Pesquisa publicada pela revista PLoS One, intitulada &#8220;Uso comunitário de antibióticos sistêmicos entre indivíduos com 15 anos ou mais no Brasil: um estudo transversal de base populacional de sete anos&#8221;, aponta que mais de 4,5 milhões de antibióticos de uso sistêmico foram dispensados no Brasil entre 2014 e 2020. O estudo, conduzido por Tatiana de Jesus Nascimento Ferreira, Rosângela Caetano, Ria Benkö, João Henrique de Araújo Morais e Claudia Garcia Serpa Osório-de-Castro, teve como base os dados do Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC), monitorado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). </p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa indica variações expressivas no consumo, que oscilou entre 9,8 e 12,9 doses diárias definidas (DDD) por 1.000 habitantes/dia, além de revelar disparidades significativas entre as diferentes unidades federativas. Estados como Amazonas, Amapá, Rondônia, Mato Grosso e Rio Grande do Norte se destacaram pelos altos níveis de consumo de antibióticos. No entanto, quando considerado o volume absoluto de consumo, os estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina apresentaram os maiores patamares de DDD por 1.000 habitantes/dia ao longo de toda a série histórica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O uso indiscriminado e excessivo de medicamentos traz diversos riscos, entre eles o desenvolvimento da Resistência Antimicrobiana (RAM), um fenômeno que ocorre quando microrganismos (bactérias, fungos, vírus e parasitas) sofrem alterações após exposição a antimicrobianos, como antibióticos, antifúngicos, antivirais, antimaláricos ou anti-helmínticos. Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS), todos os anos cerca de 480 mil pessoas desenvolvem tuberculose resistente a múltiplos medicamentos. A entidade também alerta que o avanço da resistência aos tratamentos têm dificultado o combate ao HIV e à malária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o período de 2014 a 2020, os antibióticos sistêmicos mais consumidos no Brasil foram os macrolídeos, responsáveis por 34% do consumo, seguidos pelas penicilinas, com 20,1%, e as quinolonas, com cerca de 15,9%. Juntos, esses três grupos representaram mais de 70% de todo o consumo de antibióticos sistêmicos no país. Entre os antibióticos, a azitromicina aparece como o mais consumido, seguida pela amoxicilina. O predomínio dos macrolídeos acende um sinal de alerta para a resistência antimicrobiana, uma vez que essas substâncias são particularmente suscetíveis ao problema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Especialistas destacam que, além da vigilância e do monitoramento do uso desses medicamentos, é imprescindível a adoção de protocolos clínicos e a promoção da conscientização da população sobre os riscos do uso indiscriminado de medicamentos em geral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O artigo está disponível na íntegra neste link: <a href="https://journals.plos.org/plosone/article?id=10.1371/journal.pone.0325231#sec009" data-type="link" data-id="https://journals.plos.org/plosone/article?id=10.1371/journal.pone.0325231#sec009">https://journals.plos.org/plosone/article?id=10.1371/journal.pone.0325231.</a><br></p>



<p class="wp-block-paragraph">O INAFF apoia e promove a divulgação e disseminação de informações sobre acesso à saúde no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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