<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>#rename &#8211; INAFF</title>
	<atom:link href="https://www.inaff.org.br/tag/rename/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.inaff.org.br</link>
	<description>Instituto Nacional de Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia</description>
	<lastBuildDate>Tue, 08 Sep 2026 17:06:08 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1.3</generator>

<image>
	<url>https://www.inaff.org.br/inaff/wp-content/uploads/2025/03/cropped-Sem-Titulo-1-32x32.png</url>
	<title>#rename &#8211; INAFF</title>
	<link>https://www.inaff.org.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Dia Nacional de Luta por Medicamentos</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/dia-nacional-de-luta-por-medicamentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 17:06:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#acessoamedicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[#AF-ONCO]]></category>
		<category><![CDATA[#AssistênciaFarmacêutica]]></category>
		<category><![CDATA[#CEAF]]></category>
		<category><![CDATA[#rename]]></category>
		<category><![CDATA[#sus]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.inaff.org.br/?p=6078</guid>

					<description><![CDATA[Foto: Magnific]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Hoje, 8 de setembro, é o <strong>Dia Nacional de Luta por Medicamentos</strong>. A data reconhece a mobilização de pacientes, associações e organizações da sociedade civil em defesa do acesso aos tratamentos e chama a atenção para as dificuldades que ainda precisam ser superadas para garantir esse direito no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O acesso ao tratamento adequado é parte fundamental do direito à saúde. A Constituição Federal de 1988 estabeleceu a saúde como direito de todos e dever do Estado, criando as bases para a organização do Sistema Único de Saúde (SUS). Posteriormente, a Lei nº 8.080/1990 incluiu expressamente a assistência terapêutica integral, inclusive farmacêutica, entre as atribuições do sistema.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Como ocorre o acesso a medicamentos no Brasil?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">No SUS, a oferta gratuita de medicamentos é orientada pela Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename), pelos protocolos clínicos e pelas relações complementares de estados e municípios, observados os critérios de acesso e as responsabilidades de cada esfera de gestão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Assistência Farmacêutica está organizada em diferentes componentes. O <strong>Componente Básico</strong> contempla medicamentos utilizados na Atenção Primária à Saúde, incluindo tratamentos para condições como diabetes e hipertensão. O <strong>Componente Estratégico</strong> reúne medicamentos e insumos destinados à prevenção e ao tratamento de doenças e agravos de interesse para a saúde pública, como HIV e tuberculose.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o <strong>Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (CEAF)</strong> busca garantir a integralidade do tratamento medicamentoso nas condições contempladas pelos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) do Ministério da Saúde. O acesso depende do atendimento aos critérios estabelecidos nesses documentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A essa estrutura soma-se o <strong>Componente da Assistência Farmacêutica em Oncologia (AF-Onco)</strong>, instituído pela Portaria GM/MS nº 8.477, de 20 de outubro de 2025. A norma organiza o acesso aos medicamentos utilizados no tratamento do câncer no SUS e estabelece parâmetros e responsabilidades para seu financiamento, aquisição, distribuição e dispensação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar dos avanços, ainda existem barreiras que dificultam o acesso aos tratamentos. Diante de problemas no fornecimento, os pacientes podem buscar orientação nos serviços de saúde e, quando necessário, assistência jurídica para avaliar as medidas cabíveis. O fornecimento pela via judicial deve observar os critérios aplicáveis a cada situação, incluindo os estabelecidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF).</p>



<h3 class="wp-block-heading">O papel da Assistência Farmacêutica</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A Assistência Farmacêutica reúne ações voltadas à promoção, à proteção e à recuperação da saúde, tendo o medicamento como um dos elementos do cuidado. Envolve etapas como seleção, programação, aquisição, armazenamento, distribuição e dispensação, buscando assegurar a disponibilidade de medicamentos de qualidade e seu uso racional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse processo, o farmacêutico exerce um papel fundamental. Sua atuação vai além da entrega do medicamento: inclui a gestão da Assistência Farmacêutica e o cuidado direto ao paciente, em articulação com os demais profissionais de saúde. A orientação sobre o uso correto, a avaliação de possíveis interações e o acompanhamento do tratamento contribuem para prevenir e resolver problemas relacionados aos medicamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O Instituto Nacional de Ciências Farmacêuticas (INAFF) apoia e incentiva a divulgação de informações qualificadas sobre saúde no Brasil</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Projeto de lei pretende regulamentar o fornecimento de medicamentos não incluídos no SUS</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/projeto-de-lei-pretende-regulamentar-o-fornecimento-de-medicamentos-nao-incluidos-no-sus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2025 14:21:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#doençasraras]]></category>
		<category><![CDATA[#medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[#rename]]></category>
		<category><![CDATA[#sus]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.inaff.org.br/?p=5421</guid>

					<description><![CDATA[Foto: Freepik]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>O PL vai ampliar o acesso de medicamentos para pacientes com doenças raras ou crônicas, que utilizam medicamentos de alto custo.<br></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda em análise na Câmara de Deputados, o Projeto de Lei Complementar (PLP) 168/24, visa determinar o acesso a medicamentos e produtos fora da lista do Sistema Único de Saúde (SUS) ou Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename), para pacientes de doenças raras ou crônicas que utilizam medicamentos de alto custo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta é de autoria da Deputada Federal Rosangela Moro (União-SP), ela afirma que o PLP é uma solução viável para o acesso aos medicamentos e resolver a demora de judicialização de medicamentos não incorporados ao SUS. A permissão por via judicial medicamentos ainda não incorporados terá que atender ao seguintes critérios:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>comprovação da necessidade do tratamento por meio de laudo médico, preferencialmente do profissional que assiste o paciente;</li>



<li>inexistência do produto na lista do SUS ou ineficiência do similar fornecido;</li>



<li>comprovação da incapacidade financeira do paciente para adquirir o medicamento.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Após o cumprimento de todos os requisitos, o Poder Judiciário pode encaminhar aos órgãos responsáveis para avaliar a viabilidade de incorporação dos produtos ao SUS. O projeto também estabelece que a responsabilidade pelo fornecimento judicial de medicamentos será solidária entre os governos federal, estaduais e municipais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde 2024, o Supremo Tribunal Federal determinou uma jurisprudência para a concessão judicial de medicamentos não incorporados. Para a aprovação do projeto de lei, o próximo passo é aguardar a análise pela Comissões de Saúde; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), e pelo Plenário. O projeto também deve ser aprovado na Câmara e no Senado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Agência Câmara de Notícias</p>



<p class="wp-block-paragraph">O INAFF apoia e promove a divulgação e disseminação de informações científicas e sobre o acesso à saúde no Brasil.<br></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Atualização da Relação Nacional de Medicamento Essenciais- Rename já está disponível</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/atualizacao-da-relacao-nacional-de-medicamento-essenciais-rename-ja-esta-disponivel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jan 2025 12:24:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[#rename]]></category>
		<category><![CDATA[#rename2024]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.inaff.org.br/?p=5026</guid>

					<description><![CDATA[Última atualização do Rename havia sido feita em 2022.O Ministério da Saúde publicou por meio [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Última atualização do Rename havia sido feita em 2022.<br></strong><br>O Ministério da Saúde publicou por meio da Portaria GM/MS Nº 6.324, a lista de medicamentos essenciais- Rename, uma ferramenta orientadora para uso de medicamentos e insumos no Sistema Único de Saúde (SUS).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A versão 2024 oferece uma lista atualizada de medicamentos e insumos, substituindo a versão do Rename 2022. O propósito da atualização está em atualizar e garantir o acesso a&nbsp; tratamentos disponíveis, além de conscientizar os pacientes do uso racional de medicamentos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma inovação significativa diz respeito à implementação da classificação &#8220;AWaRe&#8221; para medicamentos antimicrobianos. Criada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), essa classificação tem como objetivo ajudar a diminuir o surgimento de bactérias resistentes a esses medicamentos, estando em consonância com o Plano de Ação Global da OMS sobre resistência bacteriana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O INAFF apoia e promove a disseminação de informações científicas e sobre o acesso à saúde no Brasil.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
