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	<title>#saúdepública &#8211; INAFF</title>
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	<description>Instituto Nacional de Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia</description>
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		<title>Governo sanciona lei que cria a Estratégia Nacional do Complexo Econômico-Industrial da Saúde</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/governo-sanciona-lei-que-cria-a-estrategia-nacional-do-complexo-economico-industrial-da-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 18:12:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: Magnific]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Nova legislação torna permanente a política de fortalecimento da produção nacional de medicamentos, vacinas e tecnologias estratégicas para o SUS, buscando ampliar a autonomia do país e reduzir a dependência de insumos importados</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em <strong>20 de julho de 2026</strong>, foi sancionada a <strong>Lei nº 15.471/2026</strong>, que institui a <strong>Estratégia Nacional do Complexo Econômico-Industrial da Saúde (Enceis)</strong>. A nova legislação transforma em política permanente um conjunto de ações destinadas a fortalecer a pesquisa, o desenvolvimento, a inovação e a produção nacional de tecnologias estratégicas para o Sistema Único de Saúde (SUS), como medicamentos, vacinas, equipamentos médicos e insumos essenciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta teve origem no <strong>Projeto de Lei nº 2.583/2020</strong>, apresentado após os desafios enfrentados durante a pandemia de Covid-19. A escassez mundial de medicamentos, insumos farmacêuticos ativos, equipamentos de proteção e vacinas evidenciou a elevada dependência brasileira de produtos importados e reforçou a necessidade de ampliar a capacidade produtiva nacional para responder a futuras emergências em saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao reunir em uma única legislação instrumentos que antes estavam distribuídos em diferentes políticas públicas, a Enceis busca fortalecer o Complexo Econômico-Industrial da Saúde (CEIS), estimular a inovação, reduzir vulnerabilidades no abastecimento do SUS e ampliar a autonomia tecnológica do país.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como a estratégia será implementada?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A lei consolida três mecanismos considerados estratégicos para fortalecer a produção nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro são as <strong>Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDPs)</strong>, que promovem a transferência de tecnologia entre empresas privadas e laboratórios públicos, permitindo ampliar a produção nacional de medicamentos e outras tecnologias consideradas estratégicas para o SUS. Entre os exemplos recentes está a produção nacional de insulina por laboratório público brasileiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O segundo mecanismo é o <strong>Programa de Desenvolvimento e Inovação Local (PDIL)</strong>, voltado ao financiamento de pesquisas e projetos inovadores de interesse estratégico para o SUS, por meio de subvenções econômicas e linhas de crédito. O programa contempla iniciativas de desenvolvimento tecnológico em áreas prioritárias, como vacinas para dengue e influenza aviária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já as <strong>Encomendas Tecnológicas (Etecs)</strong> possibilitam que o poder público financie pesquisas de elevado risco tecnológico, com a perspectiva de futura aquisição das soluções desenvolvidas caso os resultados sejam alcançados.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Empresa Estratégica de Saúde</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A legislação também cria a categoria de <strong>Empresa Estratégica de Saúde (EES)</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para obter esse credenciamento, as empresas deverão manter instalações industriais no Brasil, demonstrar capacidade de inovação e comprovar condições de ampliar a produção nacional de tecnologias estratégicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como incentivo, as empresas credenciadas poderão ter prioridade em determinados procedimentos regulatórios junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), acesso facilitado a linhas de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e preferência em determinadas contratações públicas previstas na legislação.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mudanças nas compras públicas</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A nova lei também altera dispositivos da <strong>Lei nº 14.133/2021 (Lei de Licitações e Contratos Administrativos)</strong> e da <strong>Lei nº 8.080/1990 (Lei Orgânica da Saúde)</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as mudanças estão a possibilidade de dispensa de licitação para aquisição de produtos estratégicos desenvolvidos por meio das PDPs e das Etecs, além da realização de procedimentos licitatórios específicos para empresas credenciadas como Empresas Estratégicas de Saúde, nos casos previstos pela legislação.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Por que essa lei é importante?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A disponibilidade de medicamentos e outras tecnologias em saúde depende não apenas da incorporação dessas tecnologias ao SUS, mas também da capacidade de produzi-las e fornecê-las de forma contínua.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao fortalecer a pesquisa, a inovação, a produção nacional e a articulação entre desenvolvimento tecnológico e compras públicas, a Enceis busca reduzir a dependência de fornecedores internacionais, aumentar a segurança no abastecimento e ampliar a capacidade de resposta do país diante de crises sanitárias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O fortalecimento do Complexo Econômico-Industrial da Saúde representa um componente estratégico para a sustentabilidade do SUS. Políticas que estimulam a produção nacional de medicamentos e outras tecnologias podem contribuir para reduzir vulnerabilidades no abastecimento, ampliar a autonomia tecnológica do país e criar condições mais favoráveis para o acesso da população a tratamentos essenciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que incentivar a inovação, a nova legislação reforça a importância de integrar pesquisa, desenvolvimento, produção e políticas públicas de aquisição, aproximando ciência, indústria e assistência farmacêutica em benefício do sistema de saúde e da população.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Instituto Nacional de Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia (INAFF) apoia e incentiva a divulgação de informações qualificadas sobre saúde no Brasil</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Bahia recebe mais de 30 mil tubetes de insulina glargina para ampliar o tratamento do diabetes no SUS</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/bahia-recebe-mais-de-30-mil-tubetes-de-insulina-glargina-para-ampliar-o-tratamento-do-diabetes-no-sus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 13:33:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#AssistênciaFarmacêutica]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: CHATGPT]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Medicamento de ação prolongada será distribuído gradualmente na rede pública, beneficiando crianças, adolescentes e idosos com diabetes e fortalecendo o acesso ao tratamento no estado</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério da Saúde publicou, nesta quinta-feira (23), a <strong>Portaria GM/MS nº 12.011</strong>, que institui o <strong>Comitê de Negociação de Preços e Condições Econômicas de </strong>A Bahia começou a receber a insulina glargina para distribuição na rede pública de saúde, acompanhando a ampliação da oferta do medicamento pelo Ministério da Saúde para pacientes atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Nesta primeira remessa, foram entregues <strong>30.854 tubetes de insulina glargina</strong> e <strong>8.126 canetas reutilizáveis</strong>, marcando o início da substituição gradual da insulina NPH pela glargina nos pacientes elegíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A distribuição faz parte de uma estratégia nacional para ampliar o acesso ao tratamento do diabetes. Além da Bahia, os demais estados também estão recebendo o medicamento. Ao todo, o Ministério da Saúde está distribuindo cerca de <strong>383 mil tubetes de insulina glargina</strong> em todo o país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A insulina glargina será destinada a <strong>crianças e adolescentes de 2 a 18 anos incompletos com diabetes mellitus tipo 1</strong>, bem como a <strong>pessoas com 70 anos ou mais diagnosticadas com diabetes tipo 1 ou tipo 2</strong>, conforme os critérios estabelecidos pelo Ministério da Saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Considerada um análogo de insulina de ação prolongada, a glargina proporciona maior estabilidade no controle glicêmico e pode representar ganhos importantes para os pacientes. Na maioria dos casos, o medicamento permite apenas uma aplicação diária, reduzindo a necessidade de múltiplas aplicações ao longo do dia e diminuindo o risco de episódios de hipoglicemia, além de favorecer maior adesão ao tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Ministério da Saúde, a previsão é de que todos os estados recebam os insumos até o final de julho. O abastecimento é resultado da <strong>Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP)</strong>, estratégia que busca fortalecer a produção nacional de medicamentos considerados estratégicos para o SUS, contribuindo para maior segurança no fornecimento e sustentabilidade da assistência farmacêutica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ter acesso à insulina glargina, o paciente — ou seus pais, responsáveis ou cuidadores — deve procurar a <strong>Unidade Básica de Saúde (UBS)</strong> mais próxima, portando a receita médica devidamente emitida e carimbada. Na unidade, a equipe multiprofissional realizará a avaliação clínica para verificar se o paciente atende aos critérios para utilização do medicamento e fornecerá orientações sobre o uso, a técnica de aplicação e o armazenamento adequado. Os pacientes elegíveis também receberão uma <strong>caneta reutilizável</strong>, com validade de até três anos, além das agulhas necessárias para o tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A substituição da insulina NPH pela glargina será realizada de forma gradual</strong>, conforme o cronograma de implantação do Ministério da Saúde e <strong>a disponibilidade dos estoques nas unidades de saúde</strong>. Assim, mesmo entre os pacientes que atendem aos critérios de elegibilidade, a transição poderá ocorrer em momentos diferentes, à medida que o abastecimento for sendo ampliado nos municípios e a rede pública concluir a implantação da nova tecnologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa representa mais um avanço na ampliação do acesso a tecnologias em saúde no SUS, contribuindo para um tratamento mais seguro, eficaz e alinhado às necessidades das pessoas que vivem com diabetes, ao mesmo tempo em que fortalece a assistência farmacêutica e a sustentabilidade do sistema público de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Estão abertas duas consultas públicas sobre o uso da terapia tripla elexacaftor/tezacaftor/ivacaftor (Trikafta®) no SUS para pessoas com fibrose cística</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/estao-abertas-duas-consultas-publicas-sobre-o-uso-da-terapia-tripla-elexacaftor-tezacaftor-ivacaftor-trikafta-no-sus-para-pessoas-com-fibrose-cistica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 11:53:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#Consultapública]]></category>
		<category><![CDATA[#FibroseCística]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: Magnific]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong> CP nº 43: pacientes de 2 a 5 anos com pelo menos uma variante F508del; CP nº 48: pacientes a partir de 6 anos com pelo menos uma variante não-F508del responsiva</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A fibrose cística é uma doença genética rara, progressiva e sem cura, que causa danos em diversos órgãos, especialmente pulmões e pâncreas. Esses danos começam ainda nos primeiros anos de vida e podem comprometer significativamente a saúde e a qualidade devida dos pacientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As consultas públicas discutem:<br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> O acesso precoce ao Trikafta® para crianças em uma fase crítica do desenvolvimento.<br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> A ampliação do tratamento para pacientes com variantes não-F508del responsivas, promovendo maior equidade no acesso à assistência.<br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Evidências de melhora na função pulmonar, pancreática e da proteína CFTR.<br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> As contribuições podem ser enviadas até 06/07/2026 por meio da plataforma Brasil Participativo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f517.png" alt="🔗" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Participe da CP nº 43: https://brasilparticipativo.presidencia.gov.br/processes/consultas-publicas-conitec/f/4730/</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f517.png" alt="🔗" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Participe da CP nº 48: https://brasilparticipativo.presidencia.gov.br/processes/consultas-publicas-conitec/f/4735/</p>



<p class="wp-block-paragraph">A consulta pública é aberta a pacientes, familiares, cuidadores, profissionais de saúde, pesquisadores, associações de pacientes e demais interessados.<br>Sua experiência, opinião ou conhecimento técnico pode contribuir para ampliar as opções de tratamento para pessoas com fibrose cística no Brasil.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Instituto Nacional de Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia (INAFF) apoia e incentiva a divulgação de informações qualificadas sobre saúde no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ministério da Saúde evidencia o papel dos Conselhos de Saúde durante Reunião Ordinária do CNS</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/ministerio-da-saude-evidencia-o-papel-dos-conselhos-de-saude-durante-reuniao-ordinaria-do-cns/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Oct 2024 19:35:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#CNS]]></category>
		<category><![CDATA[#medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[#saúdepública]]></category>
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					<description><![CDATA[Foi discutida a manutenção das políticas públicas em Saúde, a participação cidadã e a continuidade [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Foi discutida a manutenção das políticas públicas em Saúde, a participação cidadã e a continuidade de projetos já pactuados.</strong><br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na última semana ocorreu a 359° Reunião Ordinária do Conselho Nacional de Saúde (CNS) e, dentre os temas discutidos, os maiores destaques estão na reafirmação das políticas públicas já programadas, a continuidade de projetos já pactuados e a importância dos conselhos de saúde para o funcionamento da Saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Swedenberger Barbosa, Secretário Executivo do Ministério da Saúde, afirmou que apesar das mudanças provocadas após o período eleitoral, o Ministério honrará seus compromissos até o final do ano. O Secretário destacou a importância de um planejamento para esse período e reiterou que as medidas já pactuadas não terão impacto diante dos ajustes orçamentários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um outro assunto relevante discutido durante a Reunião foi a importância dos conselhos regionais de saúde, que fortalecem e distribuem o controle social no Sistema Único de Saúde. Os conselhos nacionais e regionais fortalecem a implementação de políticas públicas em todo o país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O INAFF apoia e promove a disseminação de informações sobre acesso à saúde no Brasil.</p>
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