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	<title>#sus &#8211; INAFF</title>
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	<description>Instituto Nacional de Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia</description>
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	<title>#sus &#8211; INAFF</title>
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		<title>Dia Nacional de Luta por Medicamentos</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/dia-nacional-de-luta-por-medicamentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 17:06:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#acessoamedicamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: Magnific]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Hoje, 8 de setembro, é o <strong>Dia Nacional de Luta por Medicamentos</strong>. A data reconhece a mobilização de pacientes, associações e organizações da sociedade civil em defesa do acesso aos tratamentos e chama a atenção para as dificuldades que ainda precisam ser superadas para garantir esse direito no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O acesso ao tratamento adequado é parte fundamental do direito à saúde. A Constituição Federal de 1988 estabeleceu a saúde como direito de todos e dever do Estado, criando as bases para a organização do Sistema Único de Saúde (SUS). Posteriormente, a Lei nº 8.080/1990 incluiu expressamente a assistência terapêutica integral, inclusive farmacêutica, entre as atribuições do sistema.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Como ocorre o acesso a medicamentos no Brasil?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">No SUS, a oferta gratuita de medicamentos é orientada pela Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename), pelos protocolos clínicos e pelas relações complementares de estados e municípios, observados os critérios de acesso e as responsabilidades de cada esfera de gestão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Assistência Farmacêutica está organizada em diferentes componentes. O <strong>Componente Básico</strong> contempla medicamentos utilizados na Atenção Primária à Saúde, incluindo tratamentos para condições como diabetes e hipertensão. O <strong>Componente Estratégico</strong> reúne medicamentos e insumos destinados à prevenção e ao tratamento de doenças e agravos de interesse para a saúde pública, como HIV e tuberculose.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o <strong>Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (CEAF)</strong> busca garantir a integralidade do tratamento medicamentoso nas condições contempladas pelos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) do Ministério da Saúde. O acesso depende do atendimento aos critérios estabelecidos nesses documentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A essa estrutura soma-se o <strong>Componente da Assistência Farmacêutica em Oncologia (AF-Onco)</strong>, instituído pela Portaria GM/MS nº 8.477, de 20 de outubro de 2025. A norma organiza o acesso aos medicamentos utilizados no tratamento do câncer no SUS e estabelece parâmetros e responsabilidades para seu financiamento, aquisição, distribuição e dispensação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar dos avanços, ainda existem barreiras que dificultam o acesso aos tratamentos. Diante de problemas no fornecimento, os pacientes podem buscar orientação nos serviços de saúde e, quando necessário, assistência jurídica para avaliar as medidas cabíveis. O fornecimento pela via judicial deve observar os critérios aplicáveis a cada situação, incluindo os estabelecidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF).</p>



<h3 class="wp-block-heading">O papel da Assistência Farmacêutica</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A Assistência Farmacêutica reúne ações voltadas à promoção, à proteção e à recuperação da saúde, tendo o medicamento como um dos elementos do cuidado. Envolve etapas como seleção, programação, aquisição, armazenamento, distribuição e dispensação, buscando assegurar a disponibilidade de medicamentos de qualidade e seu uso racional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse processo, o farmacêutico exerce um papel fundamental. Sua atuação vai além da entrega do medicamento: inclui a gestão da Assistência Farmacêutica e o cuidado direto ao paciente, em articulação com os demais profissionais de saúde. A orientação sobre o uso correto, a avaliação de possíveis interações e o acompanhamento do tratamento contribuem para prevenir e resolver problemas relacionados aos medicamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O Instituto Nacional de Ciências Farmacêuticas (INAFF) apoia e incentiva a divulgação de informações qualificadas sobre saúde no Brasil</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Ministério da Saúde estabelece rol de medicamentos oncológicos de altíssimo custo</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/ministerio-da-saude-estabelece-rol-de-medicamentos-oncologicos-de-altissimo-custo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 19:31:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#medicamentosoncológicos]]></category>
		<category><![CDATA[#SAES]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: Magnific]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Nova portaria define os critérios para classificação e reúne 18 medicamentos já incorporados ao SUS considerados de altíssimo custo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério da Saúde publicou a Portaria Conjunta SCTIE/SAES/MS nº 2, de 21 de julho de 2026, que estabelece o rol de medicamentos oncológicos classificados como de altíssimo custo no Sistema Único de Saúde (SUS).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Publicada no Diário Oficial da União em 22 de julho, a norma foi assinada conjuntamente pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde (SCTIE) e pela Secretaria de Atenção Especializada à Saúde (SAES) e entra em vigor 120 dias após sua publicação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de estabelecer a primeira relação de medicamentos, a Portaria determina que o rol e suas futuras atualizações sejam divulgados no portal do Ministério da Saúde, ampliando a transparência e a padronização das informações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que define um medicamento de altíssimo custo?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Portaria estabelece quatro critérios para identificar os medicamentos que poderão integrar o rol. Esses critérios não precisam ser atendidos simultaneamente, ou seja, o enquadramento pode ocorrer a partir das diferentes condições previstas pelo Ministério da Saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">São considerados aspectos como:</p>



<p class="wp-block-paragraph">custo individual anual do tratamento;<br>impacto financeiro global estimado da aquisição;<br>valor mensal do tratamento por paciente;<br>necessidade de autorização prévia para dispensação, conforme critérios técnicos definidos pelo Ministério da Saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, a classificação permite identificar medicamentos oncológicos que, devido ao elevado impacto financeiro ou às características de sua utilização, demandam estratégias específicas de planejamento e gestão no SUS.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>18 medicamentos integram o primeiro rol</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O anexo da Portaria reúne 18 medicamentos oncológicos já incorporados ao SUS, apresentando também suas respectivas indicações e apresentações, as portarias de incorporação e os critérios utilizados para classificá-los como de altíssimo custo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os medicamentos incluídos estão abemaciclibe, pembrolizumabe, nivolumabe, trastuzumabe, olaparibe e pertuzumabe.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A publicação do rol cria uma referência nacional para a identificação desses tratamentos e integra o processo de organização da assistência farmacêutica em oncologia no SUS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A definição de critérios objetivos para identificar medicamentos oncológicos de altíssimo custo contribui para tornar mais transparente uma área que envolve tratamentos de elevado impacto financeiro para o sistema público de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que uma classificação, o rol pode apoiar o planejamento das aquisições e a construção de estratégias específicas para esses medicamentos. Em um cenário de expansão das tecnologias disponíveis para o tratamento do câncer, conciliar acesso, sustentabilidade financeira e uso adequado dos recursos públicos será cada vez mais importante para a assistência oncológica no SUS.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O Instituto Nacional de Ciências Farmacêuticas (INAFF) apoia e incentiva a divulgação de informações qualificadas sobre saúde no Brasil</strong></p>



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			</item>
		<item>
		<title>SUS inclui novo exame para rastreamento do câncer colorretal</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/sus-inclui-novo-exame-para-rastreamento-do-cancer-colorretal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 19:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#CÂNCERCOLORRETAL]]></category>
		<category><![CDATA[#FIT]]></category>
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		<category><![CDATA[nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: CHATgpt]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Teste será destinado a homens e mulheres assintomáticos, entre 50 e 75 anos, e poderá ampliar o rastreamento para mais de 40 milhões de brasileiros</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério da Saúde incluiu o Teste Imunoquímico Fecal (FIT) na Tabela de Procedimentos do Sistema Único de Saúde (SUS). O exame será destinado ao rastreamento do câncer colorretal em homens e mulheres assintomáticos, com idade entre 50 e 75 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A medida amplia as possibilidades de identificação precoce da doença e poderá beneficiar mais de 40 milhões de brasileiros que fazem parte da faixa etária indicada para o rastreamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O câncer colorretal é um tumor maligno que se desenvolve no cólon ou no reto e está entre os tipos de câncer mais frequentes no Brasil. A identificação da doença em estágios iniciais aumenta as possibilidades de tratamento e de cura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como funciona o FIT?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Indolor e não invasivo, o Teste Imunoquímico Fecal é realizado a partir de uma amostra de fezes e permite identificar pequenas quantidades de sangue que não são visíveis a olho nu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A presença de sangue oculto pode estar relacionada a diferentes alterações no trato gastrointestinal, incluindo pólipos e câncer colorretal. Por isso, um resultado positivo no FIT não confirma, sozinho, o diagnóstico de câncer, mas indica a necessidade de investigação complementar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No SUS, o exame será oferecido na modalidade ambulatorial e classificado como procedimento da Atenção Primária à Saúde. Para a população indicada, a recomendação é que o rastreamento seja realizado a cada dois anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as vantagens do FIT estão:</p>



<p class="wp-block-paragraph">não exige preparo intestinal;<br>dispensa dieta restritiva antes da coleta;<br>necessita de apenas uma amostra;<br>é menos invasivo;<br>pode favorecer maior adesão ao rastreamento.<br>Quando começa?</p>



<p class="wp-block-paragraph">A medida foi publicada no Diário Oficial da União em 10 de agosto de 2026 e entrou em vigor na mesma data. O registro do novo procedimento no SUS terá início em setembro de 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A inclusão do teste na tabela do SUS é uma etapa importante para organizar e ampliar o rastreamento do câncer colorretal no país, especialmente por permitir que a identificação de possíveis alterações comece na Atenção Primária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ampliar o acesso ao rastreamento significa criar oportunidades para identificar alterações antes mesmo do aparecimento de sintomas, quando as possibilidades de intervenção podem ser maiores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A incorporação de uma tecnologia, entretanto, precisa ser acompanhada de organização da rede assistencial, orientação adequada à população e garantia de continuidade do cuidado. Diante de um resultado positivo no FIT, é fundamental que o paciente tenha acesso oportuno aos exames complementares necessários para investigação e, quando indicado, ao diagnóstico e ao tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que disponibilizar o exame, o desafio é garantir uma linha de cuidado estruturada, capaz de transformar o rastreamento em diagnóstico precoce e melhores resultados em saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Instituto Nacional de Ciências Farmacêuticas (INAFF) apoia e incentiva a divulgação de informações qualificadas sobre saúde no Brasil</p>



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		<item>
		<title>Mudanças no Programa Farmácia Popular ampliam monitoramento e atualizam regras para farmácias</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/mudancas-no-programa-farmacia-popular-ampliam-monitoramento-e-atualizam-regras-para-farmacias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 18:48:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: Magnific]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O principal objetivo da portaria é aumentar a eficiência e a rastreabilidade do programa, além de reduzir procedimentos burocráticos</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na última semana, o Ministério da Saúde divulgou mudanças nas regras do Programa Farmácia Popular do Brasil. Publicada no Diário Oficial da União, a nova portaria traz, entre as principais alterações, regras para o monitoramento dos estabelecimentos e novos critérios para a participação das farmácias no programa. As medidas entram em vigor a partir da data de publicação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As novas regras também determinam que a participação das farmácias credenciadas seja renovada a cada dois anos. A adesão deverá ser realizada individualmente para cada estabelecimento vinculado ao respectivo CNPJ.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra novidade é o aprimoramento do monitoramento do programa, com prioridade para o uso de meios eletrônicos, análise automatizada de dados e integração de sistemas. A proposta é tornar os processos mais eficientes, seguros e rastreáveis, além de facilitar a identificação de possíveis irregularidades.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quatro níveis de risco</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A portaria estabelece quatro classificações para as situações identificadas durante o monitoramento das farmácias participantes. As ocorrências serão avaliadas de acordo com a gravidade e com o risco de prejuízo ao programa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As situações de <strong>baixo risco</strong> envolvem inconsistências de caráter formal. Já as de <strong>risco médio</strong> abrangem inconsistências recorrentes que demandam esclarecimentos por parte do estabelecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No <strong>risco alto</strong>, estão incluídas situações em que há evidências de descumprimento das regras com potencial dano aos recursos públicos. Por sua vez, o <strong>risco muito alto</strong> contempla ocorrências com indícios de fraude, que poderão exigir comunicação aos órgãos de controle.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos casos classificados como de risco alto ou muito alto, poderá ser adotada, de forma cautelar, a suspensão da conexão da farmácia ao programa e dos respectivos pagamentos enquanto a situação é apurada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os estabelecimentos também deverão manter os registros relacionados às operações realizadas no âmbito do Farmácia Popular pelo período de cinco anos, reforçando os mecanismos de controle e rastreabilidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Penalidades e multas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A nova norma também detalha as penalidades aplicáveis às farmácias que descumprirem as regras do programa. As sanções poderão incluir advertência, multa, bloqueio temporário da participação por período de três a seis meses e, nos casos previstos, cancelamento do credenciamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As multas poderão variar de <strong>2% a 20%</strong>, conforme a gravidade da irregularidade, e serão calculadas sobre o valor envolvido na ocorrência ou sobre o faturamento anual do estabelecimento no programa, conforme o caso.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Validade das prescrições e novos valores</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A portaria mantém em <strong>180 dias</strong> a validade das prescrições utilizadas no Programa Farmácia Popular. Para os contraceptivos, o prazo permanece maior, chegando a <strong>365 dias</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra mudança é a definição de uma nova tabela de valores pagos pelo Ministério da Saúde às farmácias. A norma estabelece valores fixos por unidade — como comprimido, ampola ou outra apresentação —, que podem variar de acordo com o medicamento e com o estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As alterações reforçam uma tendência de maior controle e digitalização do Programa Farmácia Popular. Para além da simplificação dos procedimentos administrativos, as novas regras ampliam os mecanismos de monitoramento e responsabilização dos estabelecimentos, pontos importantes para garantir o uso adequado dos recursos públicos e a continuidade do acesso da população aos medicamentos disponibilizados pelo programa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Instituto Nacional de Ciências Farmacêuticas (INAFF) apoia e incentiva a divulgação de informações qualificadas sobre saúde no Brasil</p>



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			</item>
		<item>
		<title>Anvisa revoga restrições à comercialização de medicamentos em plataformas digitais</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/anvisa-revoga-restricoes-a-comercializacao-de-medicamentos-em-plataformas-digitais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 18:59:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#anvisa]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: Magnific]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Decisão retira proibições específicas impostas a aplicativos e marketplaces, mas não autoriza automaticamente a venda de medicamentos por essas plataformas</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) revogou medidas que restringiam a comercialização e a publicidade de medicamentos em determinadas plataformas digitais. A decisão foi tomada após a entrada em vigor da <strong>Lei nº 15.357/2026</strong>, que passou a permitir que farmácias e drogarias utilizem canais digitais e plataformas de comércio eletrônico para atividades relacionadas à logística e à entrega de medicamentos aos consumidores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As revogações alcançam medidas anteriormente aplicadas a plataformas como <strong>iFood, Rappi, Mercado Livre, Submarino, Americanas e Shopee</strong>. No entanto, a própria Anvisa esclareceu que a decisão <strong>não representa autorização automática para que essas empresas comercializem medicamentos</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que muda na prática?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A nova legislação permite que <strong>farmácias e drogarias regularmente licenciadas</strong> utilizem plataformas digitais como parceiras para facilitar a venda e a entrega de medicamentos ao consumidor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso significa que as plataformas poderão atuar como canais tecnológicos e logísticos, mas <strong>não assumem a condição de farmácia ou drogaria</strong> nem passam a ser responsáveis pela dispensação dos medicamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A comercialização continua sendo uma atividade exclusiva de estabelecimentos regularmente autorizados pelos órgãos competentes.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quais regras continuam valendo?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo com a revogação das medidas, permanecem em vigor todas as exigências previstas na legislação sanitária para a comercialização de medicamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre elas estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>funcionamento regular da farmácia ou drogaria;</li>



<li>comercialização de medicamentos devidamente registrados ou regularizados;</li>



<li>responsabilidade técnica do farmacêutico;</li>



<li>condições adequadas de armazenamento e transporte;</li>



<li>cumprimento das normas específicas sobre publicidade de medicamentos.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Essas exigências continuam sendo fundamentais para garantir a qualidade dos produtos e a segurança dos pacientes.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ainda será necessária regulamentação</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Anvisa informou que a revogação das restrições não torna automática a aplicação do novo modelo previsto na Lei nº 15.357/2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A implementação dependerá de <strong>regulamentação específica da própria Agência</strong>, que deverá estabelecer os procedimentos, requisitos e responsabilidades para a utilização de plataformas digitais na comercialização de medicamentos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O olhar do INAFF</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A transformação digital pode ampliar a conveniência e facilitar o acesso da população aos medicamentos, especialmente por meio de serviços de entrega e canais eletrônicos de compra. No entanto, esse avanço deve ocorrer sem comprometer os princípios que orientam a assistência farmacêutica, como o uso seguro dos medicamentos, a rastreabilidade dos produtos e a responsabilidade técnica dos estabelecimentos farmacêuticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A regulamentação da Anvisa será um passo importante para definir como inovação tecnológica e segurança sanitária poderão coexistir, garantindo que a ampliação dos canais digitais ocorra de forma responsável e em benefício dos pacientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A Anvisa revogou restrições relacionadas à comercialização de medicamentos em plataformas digitais. Mas isso não significa que aplicativos e marketplaces estejam autorizados a vender medicamentos livremente.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A decisão foi tomada após a entrada em vigor da Lei nº 15.357/2026, que permite que farmácias e drogarias utilizem plataformas digitais para atividades relacionadas à venda, logística e entrega de medicamentos.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> O que continua valendo?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2714.png" alt="✔" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Somente farmácias e drogarias regularmente licenciadas podem comercializar e dispensar medicamentos.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2714.png" alt="✔" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> As plataformas digitais não se tornam farmácias e não assumem a responsabilidade pela dispensação.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2714.png" alt="✔" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Permanecem obrigatórias todas as regras sanitárias, incluindo responsabilidade técnica do farmacêutico, regularidade dos medicamentos, armazenamento adequado e cumprimento das normas de publicidade.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/26a0.png" alt="⚠" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Importante: a própria Anvisa esclareceu que a revogação das restrições não autoriza automaticamente a comercialização de medicamentos pelas plataformas. A aplicação da nova lei ainda dependerá de regulamentação específica da Agência.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Saiba mais em</strong><a href="http://www.inaff.org.br"><strong> </strong><strong>www.inaff.org.br</strong></a><strong> (link na bio).</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>#INAFF #Anvisa #Medicamentos #AssistênciaFarmacêutica #SaúdeDigital #Farmácia #SegurançaDoPaciente #UsoRacionalDeMedicamentos #SUS #TecnologiasEmSaúde</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Instituto Nacional de Ciências Farmacêuticas (INAFF) apoia e incentiva a divulgação de informações qualificadas sobre saúde no Brasil</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Consulta Pública nº 64/2026 avalia o uso de sotatercepte para hipertensão arterial pulmonar: as contribuições podem ser feitas até o dia 17 de agosto</title>
		<link>https://www.inaff.org.br/noticias/consulta-publica-no-64-2026-avalia-o-uso-de-sotatercepte-para-hipertensao-arterial-pulmonar-as-contribuicoes-podem-ser-feitas-ate-o-dia-17-de-agosto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 19:35:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[#Consultapública]]></category>
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		<category><![CDATA[#hipertensãoarterialpulmonar]]></category>
		<category><![CDATA[#sus]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.inaff.org.br/?p=6048</guid>

					<description><![CDATA[Foto: Magnific]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>A participação de profissionais de saúde pode qualificar a decisão sobre a incorporação do medicamento ao SUS, trazendo evidências científicas e experiências da prática clínicaMobilização terá duração de um mês e contará com o Dia D em 22 de agosto para atualizar a caderneta de vacinação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Está aberta a Consulta Pública nº 64/2026 da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec), que avalia a incorporação do sotatercepte, em adição à terapia de base, para o tratamento de adultos com hipertensão arterial pulmonar (HAP) nas classes funcionais III ou IV da Organização Mundial da Saúde (OMS), com risco de mortalidade intermediário a alto e em uso de terapia dupla, quando intolerantes às prostaciclinas, ou de terapia tripla. As contribuições podem ser enviadas até 17 de agosto de 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A hipertensão arterial pulmonar é uma doença rara, crônica e progressiva, associada a elevada morbimortalidade e importante comprometimento da qualidade de vida. Nos estágios mais avançados, os pacientes apresentam limitações importantes para atividades cotidianas, maior risco de hospitalizações e evolução para insuficiência cardíaca direita.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O sotatercepte é uma terapia administrada por via subcutânea e está sendo avaliado como tratamento complementar ao esquema terapêutico já utilizado pelos pacientes. Seu mecanismo de ação atua em vias relacionadas ao remodelamento vascular pulmonar, buscando reduzir a progressão da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na análise das evidências disponíveis, a Conitec considerou um ensaio clínico envolvendo 172 participantes. Os resultados indicaram redução da ocorrência do desfecho composto de morte, transplante pulmonar ou hospitalização por piora da doença, benefício relacionado principalmente à diminuição das hospitalizações. Entretanto, o estudo foi interrompido precocemente, o que aumentou as incertezas sobre a magnitude dos benefícios, especialmente em relação ao impacto sobre a mortalidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além das evidências clínicas, a avaliação contemplou aspectos econômicos. Diante das incertezas identificadas e do elevado impacto orçamentário estimado para o Sistema Único de Saúde (SUS), a recomendação inicial da Conitec foi pela não incorporação da tecnologia. Essa recomendação, contudo, não representa a decisão final. Todas as contribuições recebidas durante a consulta pública serão analisadas antes da deliberação definitiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A contribuição dos profissionais de saúde faz diferença</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">As consultas públicas são uma etapa essencial do processo de Avaliação de Tecnologias em Saúde (ATS), pois permitem complementar as evidências científicas com informações provenientes da prática assistencial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Profissionais de saúde que atuam no cuidado de pessoas com hipertensão arterial pulmonar podem contribuir apresentando informações como:</p>



<p class="wp-block-paragraph">experiência clínica com pacientes em diferentes estágios da doença;<br>desafios relacionados ao manejo terapêutico e às limitações das opções atualmente disponíveis;<br>dados sobre hospitalizações, progressão clínica e necessidade de escalonamento terapêutico;<br>informações sobre segurança, efetividade e perfil dos pacientes que potencialmente poderiam se beneficiar da tecnologia;<br>evidências científicas recentes, protocolos, registros ou estudos que possam subsidiar a tomada de decisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contribuições fundamentadas, baseadas na experiência assistencial e em evidências científicas, fortalecem o processo de decisão da Conitec e contribuem para que a avaliação reflita, de forma mais abrangente, a realidade do cuidado prestado aos pacientes no SUS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As contribuições podem ser enviadas até 17 de agosto de 2026, por meio do formulário oficial da Conitec.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acesse a consulta pública:<br>https://brasilparticipativo.presidencia.gov.br/processes/consultas-publicas-conitec/f/5172/</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Instituto Nacional de Ciências Farmacêuticas (INAFF) apoia e incentiva a divulgação de informações qualificadas sobre saúde no Brasil</p>



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