Hoje é celebrado o Dia Mundial e Nacional do Diabetes. Mais do que uma data simbólica, este é um momento para refletirmos e nos conscientizarmos sobre o que a doença representa, especialmente no contexto da sociedade brasileira.
No mundo, cerca de 589 milhões de adultos (entre 20 e 79 anos) vivem com diabetes, segundo dados da Federação Internacional de Diabetes (International Diabetes Federation). O Brasil está entre os dez países com o maior número de adultos nessa condição, e a previsão para 2050 é de que 24 milhões de brasileiros convivam com a doença.
Os principais tipos de diabetes são o tipo 1 e o tipo 2. O diabetes tipo 1 costuma se manifestar ainda na infância ou adolescência e ocorre quando o organismo não produz insulina em quantidade suficiente ou deixa de produzi-la. Já o diabetes tipo 2 pode surgir ao longo da vida em decorrência de diversos fatores, como predisposição genética, obesidade, sedentarismo e alimentação inadequada. Por isso, também é compreendido como uma doença socialmente determinada, resultado direto das condições de vida e dos contextos sociais de cada indivíduo.
Diante desse cenário, é fundamental reforçar a importância da prevenção e da atenção contínua à saúde. Acompanhamentos regulares no sistema de saúde, a adoção de boas práticas de cuidado e a manutenção de condições de vida mais saudáveis, como alimentação equilibrada, prática de atividade física e redução do estresse, são passos essenciais para reduzir o risco da doença e promover mais qualidade de vida.
O INAFF apoia e promove a divulgação e disseminação de informações sobre acesso à saúde no Brasil.

